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Category Archives: O Mundo

Em um Brasil ensolarado, por que a energia solar é subaproveitada?

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, O Mundo, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

Quando o assunto é geração de energia elétrica através do sol, todos devematlas_2 imediatamente pensar no Nordeste brasileiro, lugar com tamanha abundância dessa fonte de energia, onde segundo registra o 2º atlas brasileiro de energia solar, feito pelo INPE, os índices de irradiação solar direta na superfície da região são os mais elevados e com a menor variabilidade interanual do país.

Por que a solução pareça estar tão longe de ser uma realidade?

Em leilões feitos pela ANEEL, a região do Nordeste é a principal escolha das empresas para construir usinas solares centralizadas, de grandes potências.  Já foram realizados R$ 10 milhões de investimentos e novas 56 usinas serão construídas nos próximos anos, mas o grande problema é a linha de transmissão, que não são suficientes para escoar a energia gerada no Nordeste.

Segundo o ministério de minas e energias, novo leilão para construção de linhas de transmissão deverá ocorrer até o fim desse ano. Serão investidos quase R$ 9 bilhões para construção de 4,9 mil quilômetros de linhas para escoamento da energia.

Mas, e nas nossas casas, empresas, indústrias?  Por que a geração distribuída anda a passos tão lento?

Quando falamos em geração distribuída, onde cada um, cliente das distribuidoras, pode ter a sua própria usina solar, e gerar energia limpa, renovável e muito mais barata, podemos dizer que fizemos alguns pequenos progressos.

Embora 21 estados e o Distrito Federal já isentem o ICMS sobre a energia gerada, aderindo ao Convênio ICMS 16/2015, percebemos grande atraso no crescimento da geração distribuída. Veja alguns impasses

  • A tecnologia que ainda possui um custo inicial relativamente alto, resultante de equipamentos em sua maioria importados.
  • As taxas de juros elevadas para a pessoa física, com média de 1,8% ao mês contra 0,75% para pessoa jurídica.
  • O acesso a linha de financiamento é bem difícil, com tempo de espera médio de 6 meses para conseguir um financiamento em banco público.
  • A Região Nordeste tem uma linha de financiamento do Banco do Nordeste, mas que é destinada somente aos produtores rurais.

Podemos perceber que ser houver maior incentivo dos governos federais e estaduais, todo o Brasil poderá usufruir dessa energia que está pronta para mover o mundo.

Como a Suntag Energy do Brasil tem conseguido ajudar ao nosso cliente a conquistar sua usina solar fotovoltaica?

Realizamos a venda, o projeto, a importação, a instalação, a garantia, e facilitamos juntos aos grupos financeiros públicos e privados, o financiamento em até 10 anos para pessoa jurídica e até 4 anos para pessoa física.

Estamos sempre na frente buscando parcerias que proporcionem parcelas que caibam na economia conquistada pela instalação do sistema e que a primeira parcela vença somente após a usina instalada e a economia comprovada.

www.suntag.com.br

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Suntag - o&G techweek 2017

A Suntag estava presente na O&G Techweek 2017

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A Suntag Energy do Brasil, cumprindo seu compromisso de trazer para seus clientes todo conhecimento e experiência em energia, esteve presente no evento pioneiro no Brasil lançado pelo IBP (Instituto Brasileiro de Pesquisa),  focado nas tecnologias do futuro voltadas para o setor de óleo e gás: a O&G TechWeek.
O evento acontece no Museu do Amanhã, no Centro do Rio de Janeiro, paralelamente ao Rio Automação 2017, tradicional congresso sobre o assunto, que será realizado ao lado, no RB1, e terá sinergias de temáticas e programação.

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Rodivia que gera energia França

Na França, rodovia gera energia através do sol

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No início de 2016 a Ministra de Ecologia e Energia da França, Ségolène Royal, anunciou a ideia de pavimentar mil quilômetros de rodovias com painéis solares nos próximos cinco anos.

Tratava-se de uma estratégia do governo de promover a energia sustentável e aproveitar esta tecnologia para proporcionar energia a residências ou sistemas de infraestrutura pública, sobretudo em regiões onde a distribuição é mais complexa.

Entretanto, menos de um ano após o anúncio, foi inaugurado o primeiro trecho do projeto próximo a uma pequena cidade chamada Tourouvre-au-Perche, ao norte da França.

A rodovia tem um quilometro de extensão e foi coberta por 2.800 metros quadrados de painéis solares que podem gerar a energia necessária para o funcionamento do sistema de iluminação público da cidade de 3.400 habitantes.

O projeto foi concebido e executado pela empresa Wattway. Segundo o comunicado de imprensa, a produção anual estimada é de 280 MWh, com produção diária média de 767 kWh, podendo alcançar 1.500 kWh por dia no verão.

Assista o Vídeo: Wattway

Fonte: Archdialy

Oculos Solar

‘Óculos de sol solares’ demonstrados por pesquisadores do KIT

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Os cientistas do Karlsruhe Institute of Technology (KIT) na Alemanha desenvolveram um par de óculos de sol que geram eletricidade através de células solares orgânicas semi-transparentes aplicadas nas lentes. A equipe pretende demonstrar o potencial da energia solar orgânica para ser integrada em dispositivos eletrônicos, edifícios e outras aplicações não possíveis com tecnologias PV convencionais.
Uma equipe de pesquisadores do KIT desenvolveu um par de óculos geradores de energia solar usando células coloridas e semi-transparentes, que diz que são baseadas em hidrocarbonetos. As células alimentam um sistema que mede e exibe temperatura ambiente e intensidade de iluminação.

Os óculos são projetados como um estudo de caso, que, de acordo com o KIT, “poderia abrir caminho para outras aplicações futuras, como a integração de células solares orgânicas em janelas ou vidraças aéreas”. As lentes são montadas em uma armação comercial e 1,6 mm de espessura com Um peso de 6 gramas – comparável aos óculos de sol padrão. Um microprocessador e dois monitores pequenos estão integrados nos braços.

KIT diz que os óculos também funcionarão em ambientes fechados equivalentes a um escritório ou sala de estar, onde as lentes ainda poderiam gerar 200 mililitros de potência, o que o KIT diz ser suficiente para operar dispositivos como um aparelho auditivo ou um passo contador.

“Os óculos solares que desenvolvemos são um exemplo de como as células solares orgânicas podem ser empregadas em aplicações que não seriam viáveis ​​com a energia fotovoltaica convencional”, diz Dominik Landerer, do Centro de Pesquisa de Material da KIT para Sistemas de Energia. “Essas células solares são dispositivos muito emocionantes devido à sua flexibilidade mecânica e a oportunidade de adaptar sua cor, transparência, forma e tamanho à aplicação desejada”.

O Dr. Alexander Colsmann, Chefe de Energia Fotovoltaica Orgânica no instituto de tecnologia leve do KIT, também desejou enfatizar o potencial da célula para a construção de aplicativos integrados (BIPV). “Como as fachadas de vidro dos edifícios altos devem ser muitas vezes sombreadas”, diz ele. “É uma opção óbvia para usar módulos solares orgânicos”.

A maioria dos aplicativos BIPV atuais utilizam células solares de silício amorfo aplicadas ao vidro. No entanto, o potencial para as células desenvolvidas usando compostos orgânicos é bem conhecido e uma área popular para a pesquisa, no início desta semana, uma equipe no MIT desenvolveu células solares flexíveis para serem aplicadas em qualquer superfície, com eficiências superiores a 4%.

Fonte: PV Magazine

Trem indiano 1

Trens indianos são equipados com Painéis Solares

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A Índia segue o caminho da sustentabilidade, do crescimento, da economia, do cuidado com o planeta, da utilização de energia limpa e renovável. Um país emergente apostando na alta tecnologia para levar desenvolvimento e qualidade de vida para a população.

Anualmente a Índia transporta 7,6 bilhões de passageiros, em 12 mil trens. Isso está saindo caro, e uma das formas de economizar é diminuir o custo energético. Já otimizaram o ar-condicionado ao máximo, simplesmente não instalando essa bobagem, e agora estão investindo em outra área: iluminação.

Um projeto-piloto instalou painéis solares num vagão da linha Rewari-Sitapur. A um custo de US$ 6.084 o projeto se amortiza em 3 anos, economizando anualmente US$ 1.934 em energia.

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A Índia instalou painéis solares no teto de um trem numa tentativa de reduzir sua pegada de carbono excessiva e modernizar a linha histórica férrea.

A iluminação, a ventilação e os visores de informações, outrora operando à base de diesel, usam a energia do sol depois que os painéis foram instalados nos vagões.

O trem começou a operar perto da capital Nova Déli, deslocando parte dos cerca de 23 milhões de passageiros que usam a rede ferroviária da Índia diariamente.

“Nós vamos introduzir ao menos quatro outros trens com energia solar nos próximos seis meses”, disse à AFP o porta-voz da rede, Anil Kumar Saxena.

As baterias são carregadas pelos painéis durante o dia e também funcionam sem luz solar, completou Saxena. O diesel só será usado como último recurso, se as baterias pararem de funcionar.

Cada trem que usar a energia sustentável deve economizar em torno de 21 mil litros de diesel ao ano, o que pode ajudar a reduzir a enorme dependência da Índia de combustíveis fósseis e suas amplas emissões de carbono.

Construído pelos governantes coloniais britânicos, o sistema ferroviário da Índia é um dos maiores do mundo e até hoje o principal meio de locomoção à longa distância no vasto país.

Fonte: Uol

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Uma fofura eficiente. China inaugura estação de energia solar em formato de panda gigante

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A China inaugurou nesta semana mais uma estação de produção de energia solar. No entanto, desta vez, as placas foram organizadas de uma forma diferente: do alto, formam um panda gigante. A usina foi construída em Datong, na província de Shanxi, no norte do país.

A construção da usina Datong Panda começou oficialmente em novembro de 2016, como resultado da parceria entre a Panda Green Energy e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

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Projeto original.

A estação de energia solar em forma de panda foi construída em uma área equivalente a cerca de 150 campos de futebol. A empresa responsável pelo projeto informou que a capacidade total de geração de energia será de 100 MW (megawatt) quando todo o projeto estiver concluído. Atualmente, 50 megawatts já estão ligados à matriz energética do país.

“A central de energia Datong Panda é o ponto de partida do layout global da Panda Green Energy no projeto Panda Power Plant, que é de grande importância para a aplicação global de energia verde, a comunicação de conceito verde e a transformação de energia. Uma usina Panda de 100MW pode fornecer 3,2 bilhões de kWh de eletricidade verde em 25 anos, o equivalente a economizar 1,056 milhões de toneladas de carvão ou a reduzir 2,74 milhões de toneladas de emissões de dióxido de carbono”, diz a empresa.

Fonte: Extra

Goias Res Solar

Governo entrega primeiro conjunto habitacional com energia solar

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Em um sábado de festa (24/6), Pirenópolis, a 120 quilômetros de Goiânia, recebeu o primeiro residencial de interesse social do Estado e o primeiro unifamiliar do Brasil com sistemas de geração de energia fotovoltaica, ligados à rede da Celg, podendo gerar economia de até 70% na conta de luz das famílias. Com 149 moradias, o Residencial Luciano Peixoto, que leva o nome em homenagem ao pai da primeira-dama do Estado, Valéria Perillo, também entra para a história da habitação de interesse social pelo pioneirismo da Agência Goiana de Habitação (Agehab) na execução da política habitacional do Estado, que desde 2011 investe em programas e projetos inovadores, como o Casa Solar. Na primeira etapa do programa, a Agehab está dotando 1,2 moradias com sistemas fotovoltaicos em quatro municípios: Pirenópolis, Alto Paraíso, Palmeiras e Caçu.

Na solenidade de entrega das moradias às famílias, o governador Marconi Perillo anunciou que o Estado asfaltará o novo bairro e que a licitação da obra já está sendo providenciada. “A responsabilidade pelo asfalto é do município, mas já temos a autorização da Prefeitura para realizar a obra”, salientou o governador.  O presidente da Agehab, Luiz Stival, ressaltou o pioneirismo de Goiás com a iniciativa, aliando sustentabilidade e inclusão social. “São moradias de qualidade, dotadas com o que existe de mais moderno em termos de eficiência energética. E o mais importante, fonte limpa de energia que ajuda a preservar o meio ambiente e gera economia para as famílias”, frisou Stival.

O secretário Vilmar Rocha (Secima) também destacou o esforço do Governo de Goiás com investimentos em fontes alternativas de geração de energia para promover o desenvolvimento econômico e social do Estado, com o programa Goiás Solar. Presente na solenidade, o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar, Rodrigo Lopes Sauaia, destacou que Goiás está na vanguarda: “O que acontece aqui hoje em Pirenópolis é uma momento histórico para Goiás e o Brasil”.

A primeira beneficiária a receber o autorizo de mudança e as chaves das mãos do governador Marconi Perillo foi Cássia Cordeiro da Silva, representando a filha Priscila da  Silva Bontempo, costureira, mãe de dois filhos, que mora de aluguel. “Essa casa representa vida nova para a família de minha filha. É um sonho que estamos vivendo”, contou Cássia. Já a monitora escolar Maria Eleusa Coelho,  50 anos, que ganhou pouco mais de R$ 1 mil, recebeu a visita do governador Marconi Perillo em sua residência. Ela vai morar na casa nova com o filho de 20 anos, Eduardo Abreu, que é estudante de Farmácia. “Essa casa é a primeira da minha vida e a segurança de um futuro melhor para o meu filho. Também terei uma boa economia com a conta de luz. Isso vai me ajudar muito, com certeza. É uma bênção, não sei nem o que dizer. Só que estou muito feliz”, disse Eleusa, que sonha agora com a construção do muro para aumentar a segurança da família e em plantar uma muda de amoreira que ganhou da Agehab.

A fiscal de caixa Wezilany da Cunha Freitas Caetano, 26 anos, casada com Julimar Ribeiro Caetano, e com um filho de oito anos, já estava com a mudança toda encaixotada só esperando assinar o autorizo de mudança e receber as chaves da Agehab. Acompanhada do pai Luiz Henrique de Freitas Caetano, ela contou que estava morando de favor na casa da sogra. “Agora vou para a minha casa, que está no meu nome. Só penso agora em aumentar a casa, crescer e trabalhar bastante para melhorar a vida da minha família. A primeira coisa que pretendo fazer aqui é murar, para aumentar nossa segurança e privacidade”, disse. Ela pagará prestação inicial de R$ 97,00. “A prestação cabe na nossa renda. É um alívio morarmos no que é nosso”, complementou.

Outra beneficiária que também estava morando de favor, na casa da mãe, é Ana Maria de Oliveira, 52 anos, divorciada, quatro filhos e um neto. “Glória a Deus. Esta é uma casa abençoada. Vou morar aqui com três filhos e um neto. Penso em plantar árvores no quintal. É uma alegria muito grande que estou sentindo, nem consigo acreditar ainda”, disse Ana Maria ao entrar pela primeira vez em sua casa, segurando pelas mãos o neto Guilherme.

Já a beneficiária Diana Maria Pereira, 40 anos, do lar, casada com o servente de pedreiro Valdemir Raimundo Veiga, 42 anos, dois filhos, foi contemplada com a casa ecológica modelo, adaptada para a filha Maria Eduarda, 15 anos, cadeirante. “Pagamos R$ 750,00 de aluguel, que consome quase toda nossa renda. Agora vou pagar uma prestação de R$ 135,00. Isso vai melhorar demais a nossa vida. O serviço do meu marido é incerto. É o dia mais feliz da minha vida”, relatou Diana.

Inovação e inclusão social

Construído pela Agehab em parceria com o governo federal, o Residencial Luciano Peixoto recebeu investimentos da ordem de R$ 8 milhões, dos quais mais de R$ 3,5 milhões em Cheque Mais Moradia, do Governo de Goiás. A parte de energia fotovoltaica foi integralmente custeada pelo Cheque Mais Moradia, modalidade Melhoria, no valor de R$ 3 mil por unidade habitacional. Com a iniciativa da Agehab de implantar sistemas de energia fotovoltaica nas moradias destinadas à famílias com renda de até três salários mínimos, o Governo de Goiás destaca-se mais uma vez com projetos inovadores na execução de sua política habitacional. O residencial de Pirenópolis também é o primeiro do programa Minha Casa Minha Vida – parceiro da Agehab na construção das moradias – com essa tecnologia que assegura eficiência energética e preservação ambiental.

Segundo o presidente da Agehab, Luiz Stival, os programas executados pelo Governo de Goiás na área de habitação desde 2011 têm a marca da modernidade, eficiência e inclusão social. Ao longo dos últimos sete anos a Agehab conquistou mais de uma dezena de prêmios nacionais e reconhecimento internacional com programas inovadores e inclusivos. “Esses programas são hoje referência para o País. A experiência de Goiás tem sido buscada por companhias habitacionais de vários Estados e municípios brasileiros. Somos ouvidos em todos os fóruns representativos da área de habitação de interesse social. Isso porque temos um governador muito empenhado em promover o acesso das famílias que mais precisam à moradia de qualidade, direito fundamental do cidadão”, salientou Stival. Outro fator importante é que a Agehab está ajudando a popularizar a tecnologia, demonstrando que é possível colocá-la ao alcance da população de baixa renda.

Com o projeto Casa Solar, a Agehab alia sustentabilidade dos empreendimentos habitacionais – com adoção de fontes limpas e renováveis de energia – e inclusão social – com criação de oportunidades de geração de emprego e renda para as famílias. É o que já está acontecendo com a implantação dos projetos-pilotos em Pirenópolis e Alto Paraíso.

A Agehab promoveu, durante o processo de instalação das placas fotovoltaicas, qualificação dos beneficiários para atuar com a manutenção dos sistemas. “Foram realizados cursos aos beneficiários interessados em atuar nesse novo ramo que tem crescido muito no País. Criamos oportunidades de geração de emprego e renda para as famílias, que poderão cuidar da manutenção dos sistemas de sua própria casa e dos vizinhos, além de vislumbrar uma nova profissão”, ressaltou Luiz Stival.

A união entre o sonho de realização da casa própria e o crescimento profissional também é enaltecida pelo pintor de paredes Vanderly Moreira dos Santos, 36 anos, que passou pelo curso oferecido pela Agehab em Alto Paraíso. “O curso foi excelente, com um instrutor muito bom”, observou, antes de completar: “Sem contar que aprendi na minha casa própria casa e dos meus vizinhos”. Em Pirenópolis, o governador Marconi Perillo entregou diploma de qualificação profissional para um dos beneficiários formados no curso de instalação e manutenção de placas fotovoltaicas oferecido pela Agehab aos moradores do empreendimento.

Fonte: SECIMA

O programa permitirá ao Governo Estadual se tornar totalmente autossuficiente em energia solar. | Foto: iStock by Getty Images

Goiás quer se tornar referência na geração de energia solar

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O programa do Governo irá adotar medidas que incentivem o consumo e a geração de energias limpas e renováveis.

Trsnsformar o Estado em referência nacional no consumo e geração de energia solar. Esse é o objetivo do Programa Goiás Solar, lançado em fevereiro pelo governador Marconi Perillo.

Segundo o governador, a iniciativa inédita no país visa garantir à população goiana melhor qualidade de vida. “Nós aqui em Goiás estamos trabalhando firmemente para buscar essas alternativas que possam garantir uma qualidade de vida melhor às gerações de hoje é às gerações do futuro”, afirmou.

O programa é parte do esforço do Governo para a elaboração de políticas públicas e adoção de medidas que incentivem o consumo e a geração de energias limpas e renováveis, especialmente a solar, valorizando os recursos naturais estratégicos para o crescimento sustentável da economia goiana, o desenvolvimento de novos negócios, a geração de empregos, a preservação ambiental e o incentivo da cadeia produtiva.

Seus pontos estratégicos são às questões de tributação, financiamento, desburocratização, desenvolvimento da cadeia produtiva, educação e comunicação, com foco no alinhamento entre política de estado e municípios. Atende aos interesses dos segmentos públicos, privado, universidade e sociedade com foco em energias de fontes renováveis.

Entre as principais ações do programa estão a criação da linha de crédito FCO SOL, com lançamento programado para o primeiro semestre de 2017, a simplificação do licenciamento ambiental para os empreendimentos de energia solar fotovoltaica e a instalação de placas de geração de energia fotovoltaica em casas de habitação social.

Além dessas ações, o Goiás Solar também buscará articular, com outras instituições financeiras públicas e privadas, o lançamento de linhas de crédito adequadas ao fomento da energia solar fotovoltaica, promoverá a interlocução com as concessionárias para a simplificação e agilidade dos processos de habilitação dos empreendimentos, viabilizará o acesso a suprimento de energia para consumidores em geral, melhorando a qualidade e acesso as linhas de transmissão, a eficiência e a competitividade.

O programa tem ainda um eixo de atuação voltado para a conscientização sobre os benefícios e as qualidades da energia solar fotovoltaica e buscará promover a capacitação e formação de profissionais para atuar em todas as etapas da cadeia produtiva da energia solar fotovoltaica.

Economia anual estimada em R$ 24 milhões

Segundo o diretor da Solbras Sinergia, Rui Ruas, o Governo de Goiás poderá, num futuro próximo, expandir o planejamento da matriz energética solar fotovoltaica para o estado inteiro e atingir todas as empresas goianas. “Trata-se de um programa que permitirá ao Governo Estadual se tornar totalmente autossuficiente em energia solar”, disse. A economia anual para o Governo de Goiás é estimada em R$ 24 milhões a partir do uso da fonte renovável.

Algumas ações do programa já estão em andamento no estado, como principal exemplo a inserção de ICMS para micro e Minigeração de energia solar. O governo ainda trabalha para a aprovação de um Projeto de Lei que sugere a isenção de ICMS para equipamento e insumos prioritários na construção de usinas fotovoltaicas e também ampliou, por meio da Goiás Fomento, a linha de financiamento para empresas de energia solar fotovoltaica de R$ 50 mil para R$ 200 mil.

Com informações do governo de Goiás.

Fonte: Ciclovivo

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Ciclovia coberta em Berlim terá hortas e irá gerar energia limpa

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A via conectará diversos bairros e terá estações repletas de serviços à disposição dos ciclistas.

Essa notícia foi publicada em 2016, mas vale a pena rever e repensar as construções públicas na nossa cidade.

Imagine que por meio das pedaladas o pavimento na rua gere energia e enquanto volta para casa pedalando possa colher um tempero de graça pelo caminho. Duas possibilidades paradoxais: enquanto a primeira representa uma tecnologia moderna, a segunda parece sair de uma rotina do homem do campo. Ainda assim, ambas estão reunidas em um novo projeto para Berlim, a maior cidade e capital da Alemanha.

Desenvolvido por oito profissionais, o projeto vai aproveitar uma infraestrutura já existente, porém mal utilizada, dando uma nova cara ao local. A ideia é que ela ganhe pavimento que gera energia, semáforos, estações com prestação de serviço para ciclistas e até hortas urbanas ao longo da via.

A rota possui quase nove quilômetros e está localizada embaixo de um viaduto, abaixo de uma antiga linha férrea. O potencial da área totalmente coberta será melhor aproveitada pelos ciclistas que transitarão tranquilamente, protegidos em dias de sol, chuva e neve. A intenção é também estimular a economia criativa por meio de serviços oferecidos ao longo do percurso, como pontos de café, assistência técnica, aluguel de bicicletas, como pode ser visto na ilustração abaixo:

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E quando olhamos as enormes estruturas construídas para nossa olimpíadas, e vemos que nenhuma delas é auto suficiente energeticamente, devemos parar para nos perguntar pelo menos “Por quê?”

Fonte: Ciclovivo

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OPV – Filmes Fotovoltaicos Orgânicos

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OPV são a terceira geração de módulos solares, já que apresentam características disruptivas, quando comparados com a tecnologia tradicional de silício. O OPV é leve, flexível, transparente e altamente customizado, em termos de cor e formato. Além disso, possui independência do ângulo de incidência solar e é a tecnologia fotovoltaica mais verde existente, pois utiliza materiais orgânicos, abundantes na natureza, e tem processo de impressão com baixa energia e altamente escalonável. O OPV vem para complementar as tecnologias fotovoltaicas existentes, sendo aplicado em mercados como fachadas de vidro, pérgolas, claraboias, coberturas leves, mobiliário urbano, tendas, guarda-sóis, gadgets, entre outros

Arquitetos, o Céu é o limite. Agora a criatividade e o trabalho de desenvolvimento de soluções terá mais liberdade.  Converse com a equipe Suntag -0800 025 2595.

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