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Category Archives: O Mundo

Sofar Solar 1

Inversores Sofar Solar – Distribuidor Oficial no Brasil

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A Suntag Energy do Brasil em sua visita à China, fechou mais um contrato de Distribuição com uma das maiores plantas industriais do país.   Os inversores Sofar Solar possuem certificação de qualidade européia de qualidade e são utilizados em diversos países do mundo.

SINGLE PHASE SERIES:

1-3kw single phase1-3kW ( single phase with single MPPT ) : including 1100TL / 1600TL / 2200TL / 2700TL / 3000TL

3-6kW ( single phase with dual MPPT ) : including 3000TLM / 3680TLM / 4000TLM / 4600TLM / 5000TLM / 6000TLM 

NEW 3-6kW ( single phase with dual MPPT ): including 3KTLM-G2 / 3.6KTLM-G2 / 4KTLM-G2 / 4.6KTLM-G2 / 5KTLM-G2 / 6KTLM-G2

 

THREE PHASE SERIES:

4-12kw three phase4-12kW ( three phase ): 4.4KTL-X / 5.5KTL-X / 6.6KTL-X / 8.8KTL-X / 11KTL-X / 12KTL-X

10-40kW ( three phase ): including 10000TL / 15000TL / 17000TL / 20000TL

50-70kW ( three phase ): including 50000TL / 60000TL / 70000TL

 

ENERGY STORAGE SYSTEM:

New 3-6kW-SOFARSOLARME3000-SP

Suntag - NOticia Absolar 1

MME apresentou ontem uma proposta de programa nacional para o desenvolvimento do setor solar fotovoltaico brasileiro

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Os dirigentes da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) se reuniram ontem, terça-feira (17/10), com o Ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho, para apresentar proposta de programa nacional para o desenvolvimento do setor solar fotovoltaico brasileiro.

Para o presidente da associação, Rodrigo Sauaia, “a fonte solar fotovoltaica atravessa forte expansão no mundo, porém enfrentou obstáculos no Brasil nos últimos dez anos, que prejudicaram seu crescimento, deixando o país com 15 anos de atraso no desenvolvimento do setor.”

Sauaia destaca que “para recuperar o tempo perdido e acelerar o desenvolvimento desta fonte renovável, limpa, sustentável e de baixo impacto ambiental em nosso país, a ABSOLAR traz ao Governo Federal uma proposta estruturada de programa nacional para o setor”.

Na última década, países em desenvolvimento, como China, Índia e África do Sul, bem como nações desenvolvidas, como Alemanha, Japão, EUA, Reino Unido, França, Espanha, Itália, Canadá e Austrália, lançaram programas nacionais para o aproveitamento da energia solar fotovoltaica.

Tais programas criaram imenso valor às economias destes países, fomentando investimentos privados de bilhões de dólares e gerando milhares de empregos qualificados para a população local.

Adicionalmente, as medidas contribuíram para diversificar as matrizes elétricas das nações, aumentando a participação desta fonte renovável na matriz e reduzindo as emissões de gases de efeito estufa, material particulado e uso de recursos hídricos para o atendimento da demanda por energia elétrica de suas populações.

“Com a proposta preparada em conjunto com o setor, buscamos posicionar o país como um protagonista na geopolítica do setor solar fotovoltaico internacional, tornando a energia solar fotovoltaica um vetor de progresso econômico, social, ambiental e estratégico ao Brasil, efeito já observado nos principais países em desenvolvimento e desenvolvidos do mundo”, esclarece Sauaia.

As recomendações da ABSOLAR foram organizadas em ações para o desenvolvimento do mercado (segmentos de geração centralizada e geração distribuída) e da cadeia produtiva do setor, incluindo temas como a contratação anual de 2 gigawatts (GW) de usinas solares fotovoltaicas por meio de leilões de energia elétrica, uma meta nacional de 1 milhão de telhados solares fotovoltaicos em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural, a abertura de linhas de financiamento competitivas para pessoas físicas e uma política industrial para reduzir preços de equipamentos nacionais aos consumidores.

“O Brasil possui um dos melhores recursos solares do mundo, responsável pela geração de enormes riquezas no setor do agronegócio, mas ainda pouco aproveitado no setor elétrico. Com um programa objetivo e eficaz para desenvolver este setor, o País poderá se tornar um dos dez maiores mercados fotovoltaicos do planeta ao longo de poucos anos. Hoje, já somos referência em energia hidrelétrica, biomassa e eólica. Não podemos ficar para trás na fonte solar, considerada uma das fontes mais estratégicas no século XXI pelo setor elétrico internacional”, aponta Sauaia.

Fonte de Informação: ABSOLAR – Site

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O programa para expansão dos telhados solares será lançado em 8 de dezembro

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O programa será lançado no RE-INVEST 2017, Índia, em 8 de dezembro. O evento realizará várias outras sessões, incluindo o lançamento da International Solar Alliance (ISA). O primeiro-ministro indiano Narendra Modi e o presidente francês, Emmanuel Macron, provavelmente participarão da cerimônia de fundação da ISA.

International Solar Alliance (ISA) elaborou um dos seus primeiros esquemas, chamado ISA Program 4: Scaling Rooftop Solar, que será lançado no dia 8 de dezembro na 2ª edição da Reunião e Exposição de Investidores da Global Renewable Energy (RE) INVEST 2017), realizada entre 7 a 9 de dezembro.

O objetivo do programa será trabalhar para a rápida implantação e ampliação da energia solar no telhado (tanto fora da rede como conectada à rede) em busca dos objetivos da Declaração de Paris, 2015.

O programa é definido por cinco anos, desde a data de lançamento até 2022.

O programa abrangerá todos os segmentos possíveis do telhado: C & I, residencial e outros, em 121 países candidatos da ISA, incluindo estados insulares com o apoio de países membros da ISA, países parceiros e outros países.

O rascunho foi atualizado por ocasião do levantamento de cortinas da cerimônia de fundação RE-INVEST 2017 e ISA, presidida pelo ministro da MNRE, RK Singh.

Na ocasião, Praveen Kumar, Secretário Adicional, MNRE foi informado sobre as sessões que serão realizadas no evento. Em 7 de dezembro, vários estados indianos mostrarão suas iniciativas políticas. Haverá também uma sessão especial sobre como a cesta de energia da Índia pode parecer em 2030. O segundo dia terá sessões técnicas sobre financiamento inovador, mobilidade elétrica, soluções de armazenamento de eletricidade e renováveis ​​híbridas.

O RE-INVEST 2017 também fornecerá uma plataforma para revisar os compromissos assumidos em 2015 pela indústria, bancos, fabricantes, etc. A indústria e os desenvolvedores comprometeram-se por 293 GW de energias renováveis ​​e, contra isso, a capacidade de 39,3 GW foi encomendada ou está em execução. Uma promessa financeira adicional de INR 4 trilhões (US $ 62 bilhões) pelos bancos também foi sancionada.

Globo terrestre

Pesos pesados ​​políticos
À margem do RE-INVEST 2017, a Cerimônia de fundação da ISA e da Cúpula Solar foi agendada para 8 e 9 de dezembro. O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, o presidente da França, Emmanuel Macron, e o secretário-geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, estão agendados para participar do evento. Todos os países candidatos da ISA estão convidados a participar.

O MNRE anunciou que o último dia do evento começará com o Plenário Ministerial da ISA, seguido de um roteiro para alcançar a Visão e Missão da ISA, bem como uma sessão sobre Financiamento da ISA. Posteriormente, as sessões de países com a Austrália, U.K., França, EUA e Alemanha foram planejadas. Um Conclave Corporativo também foi planejado no último dia. Este conclave contará com a presença de CEOs das empresas Fortune 500.

O embaixador da França na Índia, Alexandre Ziegler, disse que o ISA foi concebido como uma organização orientada para a ação e reúne países com um rico potencial solar para agregar demanda global de energia solar, reduzindo assim os preços, facilitando a implantação de tecnologias solares existentes em escala e promoção da I & D e capacidade colaborativa solar. “A França está empenhada em apoiar a Índia nesse esforço, e as empresas francesas estão ansiosas para investir no setor de RE indiano”, acrescentou Ziegler.

Upendra Tripathy, DG provisória, a ISA afirmou que o ISA já começou a funcionar como uma organização de fato e o Acordo ISA até agora foi assinado por 41 países, dos quais 11 depositaram instrumentos de ratificação. Mais quatro países confirmaram a ratificação. Após o depósito e aceitação do 15º instrumento de ratificação, o Acordo ISA entrará em vigor e a ISA se tornará uma organização baseada em tratados.

Fonte de Informação: PV Magazine – Site

Em um Brasil ensolarado, por que a energia solar é subaproveitada?

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Quando o assunto é geração de energia elétrica através do sol, todos devematlas_2 imediatamente pensar no Nordeste brasileiro, lugar com tamanha abundância dessa fonte de energia, onde segundo registra o 2º atlas brasileiro de energia solar, feito pelo INPE, os índices de irradiação solar direta na superfície da região são os mais elevados e com a menor variabilidade interanual do país.

Por que a solução pareça estar tão longe de ser uma realidade?

Em leilões feitos pela ANEEL, a região do Nordeste é a principal escolha das empresas para construir usinas solares centralizadas, de grandes potências.  Já foram realizados R$ 10 milhões de investimentos e novas 56 usinas serão construídas nos próximos anos, mas o grande problema é a linha de transmissão, que não são suficientes para escoar a energia gerada no Nordeste.

Segundo o ministério de minas e energias, novo leilão para construção de linhas de transmissão deverá ocorrer até o fim desse ano. Serão investidos quase R$ 9 bilhões para construção de 4,9 mil quilômetros de linhas para escoamento da energia.

Mas, e nas nossas casas, empresas, indústrias?  Por que a geração distribuída anda a passos tão lento?

Quando falamos em geração distribuída, onde cada um, cliente das distribuidoras, pode ter a sua própria usina solar, e gerar energia limpa, renovável e muito mais barata, podemos dizer que fizemos alguns pequenos progressos.

Embora 21 estados e o Distrito Federal já isentem o ICMS sobre a energia gerada, aderindo ao Convênio ICMS 16/2015, percebemos grande atraso no crescimento da geração distribuída. Veja alguns impasses

  • A tecnologia que ainda possui um custo inicial relativamente alto, resultante de equipamentos em sua maioria importados.
  • As taxas de juros elevadas para a pessoa física, com média de 1,8% ao mês contra 0,75% para pessoa jurídica.
  • O acesso a linha de financiamento é bem difícil, com tempo de espera médio de 6 meses para conseguir um financiamento em banco público.
  • A Região Nordeste tem uma linha de financiamento do Banco do Nordeste, mas que é destinada somente aos produtores rurais.

Podemos perceber que ser houver maior incentivo dos governos federais e estaduais, todo o Brasil poderá usufruir dessa energia que está pronta para mover o mundo.

Como a Suntag Energy do Brasil tem conseguido ajudar ao nosso cliente a conquistar sua usina solar fotovoltaica?

Realizamos a venda, o projeto, a importação, a instalação, a garantia, e facilitamos juntos aos grupos financeiros públicos e privados, o financiamento em até 10 anos para pessoa jurídica e até 4 anos para pessoa física.

Estamos sempre na frente buscando parcerias que proporcionem parcelas que caibam na economia conquistada pela instalação do sistema e que a primeira parcela vença somente após a usina instalada e a economia comprovada.

www.suntag.com.br

0800 025 2595

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Suntag - o&G techweek 2017

A Suntag estava presente na O&G Techweek 2017

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A Suntag Energy do Brasil, cumprindo seu compromisso de trazer para seus clientes todo conhecimento e experiência em energia, esteve presente no evento pioneiro no Brasil lançado pelo IBP (Instituto Brasileiro de Pesquisa),  focado nas tecnologias do futuro voltadas para o setor de óleo e gás: a O&G TechWeek.
O evento acontece no Museu do Amanhã, no Centro do Rio de Janeiro, paralelamente ao Rio Automação 2017, tradicional congresso sobre o assunto, que será realizado ao lado, no RB1, e terá sinergias de temáticas e programação.

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Rodivia que gera energia França

Na França, rodovia gera energia através do sol

Por | BIPV, Building Integrated Photovoltaics, Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, Mobiliária Público, O Mundo, OPV, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

No início de 2016 a Ministra de Ecologia e Energia da França, Ségolène Royal, anunciou a ideia de pavimentar mil quilômetros de rodovias com painéis solares nos próximos cinco anos.

Tratava-se de uma estratégia do governo de promover a energia sustentável e aproveitar esta tecnologia para proporcionar energia a residências ou sistemas de infraestrutura pública, sobretudo em regiões onde a distribuição é mais complexa.

Entretanto, menos de um ano após o anúncio, foi inaugurado o primeiro trecho do projeto próximo a uma pequena cidade chamada Tourouvre-au-Perche, ao norte da França.

A rodovia tem um quilometro de extensão e foi coberta por 2.800 metros quadrados de painéis solares que podem gerar a energia necessária para o funcionamento do sistema de iluminação público da cidade de 3.400 habitantes.

O projeto foi concebido e executado pela empresa Wattway. Segundo o comunicado de imprensa, a produção anual estimada é de 280 MWh, com produção diária média de 767 kWh, podendo alcançar 1.500 kWh por dia no verão.

Assista o Vídeo: Wattway

Fonte: Archdialy

Oculos Solar

‘Óculos de sol solares’ demonstrados por pesquisadores do KIT

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Os cientistas do Karlsruhe Institute of Technology (KIT) na Alemanha desenvolveram um par de óculos de sol que geram eletricidade através de células solares orgânicas semi-transparentes aplicadas nas lentes. A equipe pretende demonstrar o potencial da energia solar orgânica para ser integrada em dispositivos eletrônicos, edifícios e outras aplicações não possíveis com tecnologias PV convencionais.
Uma equipe de pesquisadores do KIT desenvolveu um par de óculos geradores de energia solar usando células coloridas e semi-transparentes, que diz que são baseadas em hidrocarbonetos. As células alimentam um sistema que mede e exibe temperatura ambiente e intensidade de iluminação.

Os óculos são projetados como um estudo de caso, que, de acordo com o KIT, “poderia abrir caminho para outras aplicações futuras, como a integração de células solares orgânicas em janelas ou vidraças aéreas”. As lentes são montadas em uma armação comercial e 1,6 mm de espessura com Um peso de 6 gramas – comparável aos óculos de sol padrão. Um microprocessador e dois monitores pequenos estão integrados nos braços.

KIT diz que os óculos também funcionarão em ambientes fechados equivalentes a um escritório ou sala de estar, onde as lentes ainda poderiam gerar 200 mililitros de potência, o que o KIT diz ser suficiente para operar dispositivos como um aparelho auditivo ou um passo contador.

“Os óculos solares que desenvolvemos são um exemplo de como as células solares orgânicas podem ser empregadas em aplicações que não seriam viáveis ​​com a energia fotovoltaica convencional”, diz Dominik Landerer, do Centro de Pesquisa de Material da KIT para Sistemas de Energia. “Essas células solares são dispositivos muito emocionantes devido à sua flexibilidade mecânica e a oportunidade de adaptar sua cor, transparência, forma e tamanho à aplicação desejada”.

O Dr. Alexander Colsmann, Chefe de Energia Fotovoltaica Orgânica no instituto de tecnologia leve do KIT, também desejou enfatizar o potencial da célula para a construção de aplicativos integrados (BIPV). “Como as fachadas de vidro dos edifícios altos devem ser muitas vezes sombreadas”, diz ele. “É uma opção óbvia para usar módulos solares orgânicos”.

A maioria dos aplicativos BIPV atuais utilizam células solares de silício amorfo aplicadas ao vidro. No entanto, o potencial para as células desenvolvidas usando compostos orgânicos é bem conhecido e uma área popular para a pesquisa, no início desta semana, uma equipe no MIT desenvolveu células solares flexíveis para serem aplicadas em qualquer superfície, com eficiências superiores a 4%.

Fonte: PV Magazine

Trem indiano 1

Trens indianos são equipados com Painéis Solares

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A Índia segue o caminho da sustentabilidade, do crescimento, da economia, do cuidado com o planeta, da utilização de energia limpa e renovável. Um país emergente apostando na alta tecnologia para levar desenvolvimento e qualidade de vida para a população.

Anualmente a Índia transporta 7,6 bilhões de passageiros, em 12 mil trens. Isso está saindo caro, e uma das formas de economizar é diminuir o custo energético. Já otimizaram o ar-condicionado ao máximo, simplesmente não instalando essa bobagem, e agora estão investindo em outra área: iluminação.

Um projeto-piloto instalou painéis solares num vagão da linha Rewari-Sitapur. A um custo de US$ 6.084 o projeto se amortiza em 3 anos, economizando anualmente US$ 1.934 em energia.

Trem indiano 2

A Índia instalou painéis solares no teto de um trem numa tentativa de reduzir sua pegada de carbono excessiva e modernizar a linha histórica férrea.

A iluminação, a ventilação e os visores de informações, outrora operando à base de diesel, usam a energia do sol depois que os painéis foram instalados nos vagões.

O trem começou a operar perto da capital Nova Déli, deslocando parte dos cerca de 23 milhões de passageiros que usam a rede ferroviária da Índia diariamente.

“Nós vamos introduzir ao menos quatro outros trens com energia solar nos próximos seis meses”, disse à AFP o porta-voz da rede, Anil Kumar Saxena.

As baterias são carregadas pelos painéis durante o dia e também funcionam sem luz solar, completou Saxena. O diesel só será usado como último recurso, se as baterias pararem de funcionar.

Cada trem que usar a energia sustentável deve economizar em torno de 21 mil litros de diesel ao ano, o que pode ajudar a reduzir a enorme dependência da Índia de combustíveis fósseis e suas amplas emissões de carbono.

Construído pelos governantes coloniais britânicos, o sistema ferroviário da Índia é um dos maiores do mundo e até hoje o principal meio de locomoção à longa distância no vasto país.

Fonte: Uol

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Uma fofura eficiente. China inaugura estação de energia solar em formato de panda gigante

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A China inaugurou nesta semana mais uma estação de produção de energia solar. No entanto, desta vez, as placas foram organizadas de uma forma diferente: do alto, formam um panda gigante. A usina foi construída em Datong, na província de Shanxi, no norte do país.

A construção da usina Datong Panda começou oficialmente em novembro de 2016, como resultado da parceria entre a Panda Green Energy e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Panda

Projeto original.

A estação de energia solar em forma de panda foi construída em uma área equivalente a cerca de 150 campos de futebol. A empresa responsável pelo projeto informou que a capacidade total de geração de energia será de 100 MW (megawatt) quando todo o projeto estiver concluído. Atualmente, 50 megawatts já estão ligados à matriz energética do país.

“A central de energia Datong Panda é o ponto de partida do layout global da Panda Green Energy no projeto Panda Power Plant, que é de grande importância para a aplicação global de energia verde, a comunicação de conceito verde e a transformação de energia. Uma usina Panda de 100MW pode fornecer 3,2 bilhões de kWh de eletricidade verde em 25 anos, o equivalente a economizar 1,056 milhões de toneladas de carvão ou a reduzir 2,74 milhões de toneladas de emissões de dióxido de carbono”, diz a empresa.

Fonte: Extra

Goias Res Solar

Governo entrega primeiro conjunto habitacional com energia solar

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Em um sábado de festa (24/6), Pirenópolis, a 120 quilômetros de Goiânia, recebeu o primeiro residencial de interesse social do Estado e o primeiro unifamiliar do Brasil com sistemas de geração de energia fotovoltaica, ligados à rede da Celg, podendo gerar economia de até 70% na conta de luz das famílias. Com 149 moradias, o Residencial Luciano Peixoto, que leva o nome em homenagem ao pai da primeira-dama do Estado, Valéria Perillo, também entra para a história da habitação de interesse social pelo pioneirismo da Agência Goiana de Habitação (Agehab) na execução da política habitacional do Estado, que desde 2011 investe em programas e projetos inovadores, como o Casa Solar. Na primeira etapa do programa, a Agehab está dotando 1,2 moradias com sistemas fotovoltaicos em quatro municípios: Pirenópolis, Alto Paraíso, Palmeiras e Caçu.

Na solenidade de entrega das moradias às famílias, o governador Marconi Perillo anunciou que o Estado asfaltará o novo bairro e que a licitação da obra já está sendo providenciada. “A responsabilidade pelo asfalto é do município, mas já temos a autorização da Prefeitura para realizar a obra”, salientou o governador.  O presidente da Agehab, Luiz Stival, ressaltou o pioneirismo de Goiás com a iniciativa, aliando sustentabilidade e inclusão social. “São moradias de qualidade, dotadas com o que existe de mais moderno em termos de eficiência energética. E o mais importante, fonte limpa de energia que ajuda a preservar o meio ambiente e gera economia para as famílias”, frisou Stival.

O secretário Vilmar Rocha (Secima) também destacou o esforço do Governo de Goiás com investimentos em fontes alternativas de geração de energia para promover o desenvolvimento econômico e social do Estado, com o programa Goiás Solar. Presente na solenidade, o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar, Rodrigo Lopes Sauaia, destacou que Goiás está na vanguarda: “O que acontece aqui hoje em Pirenópolis é uma momento histórico para Goiás e o Brasil”.

A primeira beneficiária a receber o autorizo de mudança e as chaves das mãos do governador Marconi Perillo foi Cássia Cordeiro da Silva, representando a filha Priscila da  Silva Bontempo, costureira, mãe de dois filhos, que mora de aluguel. “Essa casa representa vida nova para a família de minha filha. É um sonho que estamos vivendo”, contou Cássia. Já a monitora escolar Maria Eleusa Coelho,  50 anos, que ganhou pouco mais de R$ 1 mil, recebeu a visita do governador Marconi Perillo em sua residência. Ela vai morar na casa nova com o filho de 20 anos, Eduardo Abreu, que é estudante de Farmácia. “Essa casa é a primeira da minha vida e a segurança de um futuro melhor para o meu filho. Também terei uma boa economia com a conta de luz. Isso vai me ajudar muito, com certeza. É uma bênção, não sei nem o que dizer. Só que estou muito feliz”, disse Eleusa, que sonha agora com a construção do muro para aumentar a segurança da família e em plantar uma muda de amoreira que ganhou da Agehab.

A fiscal de caixa Wezilany da Cunha Freitas Caetano, 26 anos, casada com Julimar Ribeiro Caetano, e com um filho de oito anos, já estava com a mudança toda encaixotada só esperando assinar o autorizo de mudança e receber as chaves da Agehab. Acompanhada do pai Luiz Henrique de Freitas Caetano, ela contou que estava morando de favor na casa da sogra. “Agora vou para a minha casa, que está no meu nome. Só penso agora em aumentar a casa, crescer e trabalhar bastante para melhorar a vida da minha família. A primeira coisa que pretendo fazer aqui é murar, para aumentar nossa segurança e privacidade”, disse. Ela pagará prestação inicial de R$ 97,00. “A prestação cabe na nossa renda. É um alívio morarmos no que é nosso”, complementou.

Outra beneficiária que também estava morando de favor, na casa da mãe, é Ana Maria de Oliveira, 52 anos, divorciada, quatro filhos e um neto. “Glória a Deus. Esta é uma casa abençoada. Vou morar aqui com três filhos e um neto. Penso em plantar árvores no quintal. É uma alegria muito grande que estou sentindo, nem consigo acreditar ainda”, disse Ana Maria ao entrar pela primeira vez em sua casa, segurando pelas mãos o neto Guilherme.

Já a beneficiária Diana Maria Pereira, 40 anos, do lar, casada com o servente de pedreiro Valdemir Raimundo Veiga, 42 anos, dois filhos, foi contemplada com a casa ecológica modelo, adaptada para a filha Maria Eduarda, 15 anos, cadeirante. “Pagamos R$ 750,00 de aluguel, que consome quase toda nossa renda. Agora vou pagar uma prestação de R$ 135,00. Isso vai melhorar demais a nossa vida. O serviço do meu marido é incerto. É o dia mais feliz da minha vida”, relatou Diana.

Inovação e inclusão social

Construído pela Agehab em parceria com o governo federal, o Residencial Luciano Peixoto recebeu investimentos da ordem de R$ 8 milhões, dos quais mais de R$ 3,5 milhões em Cheque Mais Moradia, do Governo de Goiás. A parte de energia fotovoltaica foi integralmente custeada pelo Cheque Mais Moradia, modalidade Melhoria, no valor de R$ 3 mil por unidade habitacional. Com a iniciativa da Agehab de implantar sistemas de energia fotovoltaica nas moradias destinadas à famílias com renda de até três salários mínimos, o Governo de Goiás destaca-se mais uma vez com projetos inovadores na execução de sua política habitacional. O residencial de Pirenópolis também é o primeiro do programa Minha Casa Minha Vida – parceiro da Agehab na construção das moradias – com essa tecnologia que assegura eficiência energética e preservação ambiental.

Segundo o presidente da Agehab, Luiz Stival, os programas executados pelo Governo de Goiás na área de habitação desde 2011 têm a marca da modernidade, eficiência e inclusão social. Ao longo dos últimos sete anos a Agehab conquistou mais de uma dezena de prêmios nacionais e reconhecimento internacional com programas inovadores e inclusivos. “Esses programas são hoje referência para o País. A experiência de Goiás tem sido buscada por companhias habitacionais de vários Estados e municípios brasileiros. Somos ouvidos em todos os fóruns representativos da área de habitação de interesse social. Isso porque temos um governador muito empenhado em promover o acesso das famílias que mais precisam à moradia de qualidade, direito fundamental do cidadão”, salientou Stival. Outro fator importante é que a Agehab está ajudando a popularizar a tecnologia, demonstrando que é possível colocá-la ao alcance da população de baixa renda.

Com o projeto Casa Solar, a Agehab alia sustentabilidade dos empreendimentos habitacionais – com adoção de fontes limpas e renováveis de energia – e inclusão social – com criação de oportunidades de geração de emprego e renda para as famílias. É o que já está acontecendo com a implantação dos projetos-pilotos em Pirenópolis e Alto Paraíso.

A Agehab promoveu, durante o processo de instalação das placas fotovoltaicas, qualificação dos beneficiários para atuar com a manutenção dos sistemas. “Foram realizados cursos aos beneficiários interessados em atuar nesse novo ramo que tem crescido muito no País. Criamos oportunidades de geração de emprego e renda para as famílias, que poderão cuidar da manutenção dos sistemas de sua própria casa e dos vizinhos, além de vislumbrar uma nova profissão”, ressaltou Luiz Stival.

A união entre o sonho de realização da casa própria e o crescimento profissional também é enaltecida pelo pintor de paredes Vanderly Moreira dos Santos, 36 anos, que passou pelo curso oferecido pela Agehab em Alto Paraíso. “O curso foi excelente, com um instrutor muito bom”, observou, antes de completar: “Sem contar que aprendi na minha casa própria casa e dos meus vizinhos”. Em Pirenópolis, o governador Marconi Perillo entregou diploma de qualificação profissional para um dos beneficiários formados no curso de instalação e manutenção de placas fotovoltaicas oferecido pela Agehab aos moradores do empreendimento.

Fonte: SECIMA