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Category Archives: Mercado de Energias

Pôr do Sol na usina solar de seropédica

O espetáculo de ontem na usina Suntag em Seropédica

Por | Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | 2 Comments

Fim de dia dessa terça-feira, o sol de inverno despede-se para que a noite chegue, e nesse momento o Philipi Carvalho, que realizava a instalação fotovoltaica, captou esse imagem linda, que merece ser apreciado por muitos.

Essa usina 200kW, pertence ao mercado Preço Mini localizado em Queimados, e está instalada no seu futuro Centro de Distribuição em Seropédica.

São mais de 700 painéis  ocupando uma área de 1200 m2, que captam os raios solares para produzir uma média mensal de 26.100 kWh, proporcionando uma economia de 95% na conta de energia mensal, aproximadamente R$18.200,00 de redução no valor da conta por mês.  Economia total acumulada no ano será em média R$ 219 mil.

Obrigada Philipi por registrar esse momento lindo.

Grasiela Firmino

Comunicações Suntag Energy do Brasil

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Energia renovável traz as emissões da Califórnia abaixo dos níveis de 1990

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, O Mundo, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

O último relatório do estado dos EUA mostra que ele superou sua meta de 2020 de redução de emissões quatro anos antes, principalmente graças a mais energia renovável.

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A máquina de propaganda substancial da indústria nuclear derramou muita tinta ao afirmar que a energia renovável não resultou em reduções significativas nas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Em particular, os defensores da energia nuclear apontaram para a Alemanha, onde as emissões do setor elétrico e as parcelas de geração de carvão caíram lentamente, apesar de grandes quantidades de energia renovável entrarem em operação, em parte devido à paralisação nuclear simultânea.

A Alemanha pode fazer seus próprios argumentos para a Energiewende, que tem outros objetivos que precederam a redução de GEE. No entanto, não é a única região que está passando por uma transição de energia. Os dados mais recentes da Califórnia mostram uma relação muito mais clara entre a implantação contínua de energia renovável e a redução de emissões, apesar do fechamento de uma das últimas usinas nucleares do estado.

Na semana passada, o California Air Resources Board (CARB) anunciou que as emissões de GEE do estado haviam caído para 429 milhões de toneladas em 2016. Isso está abaixo das 431 toneladas emitidas em 1990 pela primeira vez neste século e, como tal, supera a meta do estado. para reduções de emissões quatro anos antes.

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Em consonância com relatórios anteriores, um inventário detalhado do CARB mostra que isso se deveu em grande parte à implantação de energia renovável. As emissões totais caíram 18% somente em 2016 e as emissões totais de energia elétrica caíram cerca de 1/3 de mais de 100 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2000 para menos de 70 milhões de toneladas em 2016.

De todos os recursos, a energia solar está na vanguarda disso. O telhado combinado e o solar em escala de utilidade pública atendem a cerca de 13% da demanda de eletricidade da Califórnia em 2017, o nível mais alto de qualquer estado dos EUA. E como a geração solar cresceu, a geração do gás natural caiu – assim como os gastos com transmissão.

Alguns dos avanços em 2016 e 2017 se devem à geração hidrelétrica muito pesada, mas a tendência geral também mostra um declínio, e as maiores quedas entre 2010 e 2016 vieram de menores GEE das importações. Isso mostra particularmente forte nos números de intensidade de GEE.

 

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O CARB cita os programas de 50% até 2030 do Padrão de Portfólio Renovável (RPS) e de Cap-and-Trade para “incentivar o desinvestimento de importações de eletricidade com uso intensivo de carbono”. O CARB mostra que a participação do estado nas importações de carbono zero (energia renovável e energia nuclear) aumentou, e é notável aqui que a geração fora do estado conta para o RPS da Califórnia. No entanto, tanto os analistas quanto os estudos anteriores excluíram qualquer relação entre as emissões de preços do estado e a implantação de renováveis.

E como a revista pv informou anteriormente que os dados disponíveis publicamente sobre a fonte dessas importações estão incompletos, dificultando a validação independente das avaliações do CARB. No entanto, os dados da Comissão de Energia da Califórnia, compilados por Joe Deely, mostram que a participação declarada da energia nuclear no mix de energia do estado não aumentou significativamente desde 2013, enquanto a energia solar e a hidráulica aumentaram substancialmente.

O grande quadro da descarbonização

Um dos aspectos fascinantes da redução de emissões na Califórnia é que o estado está superando suas metas para reduzir as emissões, enquanto a população e o produto interno bruto (PIB) crescem. As emissões globais per capita caíram cerca de 1/4 e as emissões por unidade do PIB em cerca de 1/3, com uma clara dissociação das emissões do PIB a partir de 2003.

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Isso não quer dizer que a recessão não tenha papel. As emissões de transporte na Califórnia caíram durante a recessão de 2008 e não retornaram aos níveis de 2007 desde então. As emissões residenciais também caíram nos últimos anos, mas isso apenas refletiu o número de dias de aquecimento, indicando pouco progresso significativo na eficiência energética.

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Para a Califórnia fazer mais progressos na redução de emissões, não será suficiente apenas implantar energia renovável. Quase 2/3 das emissões do estado vêm atualmente dos setores de transporte e industrial e, em particular, será fundamental para eletrificar o transporte e / ou implementar políticas de trânsito, habitação e uso do solo que forneçam alternativas aos longos deslocamentos automobilísticos que são a norma. em muitas das áreas urbanas do estado.

Este último pode ser particularmente espinhoso, dada a resistência do NIMBY a habitações mais densas por parte de proprietários afluentes que freqüentemente aparecem na política de cidades como São Francisco e Berkeley.

Fonte: PV-Magazine

18 DE JULHO DE 2018 CHRISTIAN ROSELUND

Christian Roselund atua como editor das Américas na revista pv e se juntou em 2014. Antes disso, ele cobriu a política solar global, mercados e tecnologia para o Solar Server e escreveu sobre energia renovável para CleanTechnica, Transição Alemã de Energia, Truthout, The Guardian (Reino Unido). ) e IEEE Spectrum.

 

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CPFL Eficiência fecha contrato de R$ 13 milhões com Mercado Municipal do Rio de Janeiro (Cadeg)

Por | Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

​Contrato, com 100% de investimento realizado pela CPFL Eficiência, prevê instalação de placas solares e uma usina de cogeração a gás natural

Campinas, 31 de julho de 2018 - A CPFL Eficiência, empresa do Grupo CPFL Energia, fechou um contrato de R$ 13 milhões com o Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara (CADEG), no Rio de Janeiro, para instalar placas solares e uma usina de cogeração a gás natural. Com previsão de iniciar a operação no início de 2019, os novos projetos trarão mais segurança no fornecimento de energia para o Mercado Municipal do Rio de Janeiro e uma redução no valor da conta de luz.

O projeto de energia solar desenvolvida pela CPFL Eficiência para o Cadeg prevê a instalação de 5.124 placas fotovoltaicas sobre a cobertura existente do mercado e as docas, cobrindo uma área total de 10.248 metros quadrados. Isso possibilitará a construção de uma usina de 1,8 MWpico de capacidade, o maior projeto de energia solar para mercados públicos do mundo e o maior para um cliente comercial no Brasil

Para efeitos de comparação, essa energia é suficiente para abastecer cerca de 1 mil residências com consumo médio de 200 KWh por mês. Somente com a geração solar, a expectativa é que o mercado municipal possa reduzir em 39% a sua conta de energia, economizando, em média, R$ 140 mil por mês.

O contrato firmado entre as partes prevê também a instalação de seis motogeradores, alimentados com gás natural, gerando eletricidade para o prédio durante o horário de ponta, das 17h30 às 20h30. A potência desse sistema é de 2400 KVA, que atende 100% da necessidade energética do Cadeg.

Além da economia e da geração de energia limpa, outro benefício está na integração entre os dois sistemas. Enquanto as placas solares geram energia durante o dia, a cogeração a gás passa a funcionar do pôr do sol até às 20h30, substituindo o consumo em horário de ponta, cuja tarifa é mais cara. A integração entre as tecnologias traz mais confiabilidade no fornecimento de energia para o Mercado Municipal do Rio de Janeiro. Faz parte do projeto, também, a realização de obras para substituição de transformadores e reforço da rede elétrica que já atende o mercado.

“Com o aumento das tarifas no mercado cativo, as empresas estão buscando alternativas para reduzir as suas despesas com energia. Além da economia, as soluções de eficiência e gestão energética também oferecem confiabilidade no fornecimento e previsibilidade nos gastos com a conta de energia, além de reduzir impacto ao meio ambiente”, diz a diretora de Inteligência de Mercado da CPFL Energia, Fabiana Avellar.

Além da implantação das duas usinas, a CPFL Eficiência também será responsável pela operação e manutenção dos ativos. O contrato entre as partes terá duração de 15 anos, e a CPFL Eficiência será responsável por 100% do investimento. .

Economia e sustentabilidade impulsionam a busca por alternativas 

Com o reajuste tarifário, que aumentou em cerca de 10% a conta de energia dos consumidores no Rio de Janeiro, e as bandeiras tarifárias, empresas do Rio de Janeiro têm apostado projetos de eficiência energética e no mercado livre para reduzir as despesas com energia elétrica. Além do Mercado Municipal, a CPFL Eficiência já realizou projetos de eficientização para os shoppings Nova América e Norte Shopping.

No caso do mercado livre, dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostram um forte crescimento de 477% das migrações do mercado cativo para o ambiente de contratação livre nos últimos dois anos no Estado, impulsionado pelos setores de comércio e serviços. Em janeiro de 2018, 888 unidades consumidoras haviam aderido à modalidade. Isso significa um acréscimo de 734 unidades em relação a janeiro de 2016, quando 154 consumidores haviam migrado para o mercado livre.

Empresas ainda podem combinar a migração para o mercado livre com projetos de eficiência energética. “A migração para o mercado livre oferece economia e torna os processos mais sustentáveis, a partir da compra de energia de fontes renováveis. Em uma sociedade cada vez mais preocupada com os impactos causados pelo consumo no meio-ambiente, isso torna-se uma vantagem competitiva”, explica Avellar.

Fonte: CPFL

Mercado Preço Mini - Seropédica - 200kW

Usina solar Suntag de 200kW em Seropédica/RJ

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Mais uma usina sendo instalada pela Suntag Energy do Brasil no Rio de Janeiro.

Para atender a demanda energética do Mercado Preço Mini, em Queimados, e seu CD em Seropédica, o empresário Marcelo investiu em energia limpa, renovável e inesgotável.  O projeto foi desenvolvido pela equipe de engenharia da Suntag, sob responsabilidade do Engenheiro Lincoln Firmino.

Entenda os números:

  • Tamanho da Usina: 200kW
  • Quantidade de Painéis: 416
  • Consumo Mensal: 26.047 kWh
  • Energia anual gerada: 318.909 kWh
  • Valor da conta sem Sistema Solar: R$ 19.155,73
  • Valor da conta com Sistema Solar: R$ 141,38
  • Quantidade de Painéis: 716 placas
  • Área necessária: 1200 m2
  • Investimento: RS 1.100 mil
  • Payback: 3,9 anos
  • Economia Mensal: R$ 18.183,13
  • Economia Anual: R$ 218.197,58
  • Economia em 30 anos: R$ 6.537.182,62
  • Vida útil: 30 anos
  • Garantia: 10 anos

Esse projeto comprova que o Sistema Solar Fotovoltaico é um investimento seguro, com retorno do investimento de 2,5 a 4 anos em média e que vale a pena, pois diminui em até 95% o custo em energia mensal.   Com as linhas de financiamento, o investimento pode ser pago em até 120 parcelas(*), sendo que a primeira só vence após a primeira conta de energia reduzida, não possibilitando o acúmulo de parcela com a conta de energia alta. Ao término do parcelamento, sua economia é total, e com uma vida útil de 30 anos no mínimo, serão mais 25 anos para usufruir o fluxo de caixa positivo.

Se quiser entender os cálculos, simular um sistema solar para atender sua residência e empresa, solicite um orçamento num de nossos canais de atendimento.

Nossa equipe aguarda seu contato

Grasiela Firmino

Comunicação e Marketing

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Gargalo Elétrico – Por Miriam Leitão

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, O Mundo, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

Gargalo elétrico

POR MÍRIAM LEITÃO

27/10/2017 06:00

gargalo eletrico - Miriam leitão.A conta de luz está 40% mais cara desde 2012, quando houve a intervenção do governo Dilma no setor elétrico. Não deve ceder a curto prazo. Esta semana mesmo houve o anúncio da alta da bandeira vermelha. Os reservatórios têm menos água do que na época do apagão do governo Fernando Henrique. Os administradores do setor elétrico não conseguem ver os riscos a tempo.

As hidrelétricas estão velhas, com baixa produtividade, os reservatórios, assoreados, e os rios, fustigados pelos maus tratos. O governo Dilma quis construir novas hidrelétricas, passando por cima de todas as restrições ambientais e hoje se sabe que em várias delas houve desvio de recursos públicos. O governo Temer ignora os problemas que se acumulam. No ano passado, disse que haveria sobra de energia e agora está aprovando um aumento atrás do outro. Era fácil ver antes que o nível de água continuava baixo nos reservatórios. O modelo do ONS para monitorar o setor tem sido questionado por especialistas.

Os governos Dilma e Temer passaram todo o ano de 2016 com bandeira verde apesar do baixo nível de água dos reservatórios. Foram iguais na demagogia. O pior momento do populismo tarifário foi com a MP 579, de setembro de 2012, quando a presidente Dilma reduziu a conta e, com isso, estimulou o consumo em época de escassez de água. O preço caiu e depois disparou.

O diretor da consultoria Excelência Energia, Erik Eduardo Rego, avalia que a tendência é de novos aumentos na conta nos próximos anos. Ele acha que só não haverá apagão porque a falta de energia derrubará o PIB.

— Trabalhamos com um cenário de alta de 2,5% no PIB do ano que vem. Se fosse mais do que isso, bateria na trave. Acho que isso não ocorre porque as tarifas terão que subir antes, e isso irá afetar principalmente a recuperação da indústria — explicou.

O que os especialistas dizem é que o sistema hidrelétrico brasileiro está velho, com baixa produtividade, e que o ONS não está dimensionando bem essa perda de eficiência. Com isso, autoriza um consumo maior do que as usinas conseguem gerar. Deveria determinar o uso de outras energias, a começar das mais limpas. Os reservatórios estão assoreados e há os “gatos de água”, pequenos produtores que usam a água dos rios sem autorização. Além disso, o órgão regulador considerou, nas suas projeções, que todos os projetos de energia do governo Dilma ficariam prontos nas datas planejadas. E não ficaram.

— Fizemos um estudo usando o mesmo modelo do ONS. Refizemos as contas com o que houve de despacho, consumo e chuvas, e comparamos com as projeções. O resultado é que todo ano os reservatórios estão ficando 10 pontos abaixo do projetado. Há uma margem de erro de 10 pontos por ano, e isso foi se acumulando — disse.

No Nordeste, o nível dos reservatórios caiu para 6,5% do total. Só não falta energia porque as eólicas estão trabalhando a todo vapor e já chegam a suprir 50% da geração. Eduardo Rego diz que hoje o Rio São Francisco caiu para 4º lugar como fonte de energia. A eólica é a primeira, depois, térmica a gás, e importação de outras regiões do país. Em todo o Brasil, há 15 GW de térmicas em uso, para uma capacidade máxima de 19 GW. Essa diferença de 4 GW, de usinas mais caras e poluentes, é justamente a reserva que o sistema elétrico tem hoje para evitar apagões em caso de pico de consumo. Mas não é uma boa solução porque são as usinas mais sujas.

O consultor Adriano Pires, do CBIE, diz que o governo Temer está repetindo o erro do governo Dima em não fazer campanhas de racionalização do uso de energia.

— Os governos têm medo de que a população confunda racionalização com racionamento. Isso é um erro. Se o PIB crescer 4% no ano que vem, há risco real de faltar energia. As contas vão ficar altas até que se recupere o nível dos reservatórios — disse.

Entra governo, sai governo, tem faltado planejamento no setor elétrico. No final do ano passado, o governo Temer cancelou um leilão de eólica e solar, dizendo que havia sobra de energia no sistema e este ano marcou para dezembro um leilão de energia a carvão, a mais poluente. Agora, a Aneel elevou em 43% a sobretaxa na conta de luz, e o medo do apagão voltou a rondar o país.

Fonte: O Globo

Eletropaulo

Aumento de energia novamente. E agora?

Por | Mercado de Energias | Sem comentários

Aneel aprovou reajuste de 15,08% para residências e de até 17,67% para empresa a partir de hoje.

O reajuste médio aprovado pela ANEEL foi de 15,85% nas contas de luz da Eletropaulo, que é responsável pelo fornecimento de energia elétrica para 7,1 milhões de unidades consumidoras, em 24 cidades da Região de São Paulo e Capital.

O aumento para as residências é de 15,08%.  Para as empresas de baixa tensão o aumento é de 15,14%. Já para as de alta tensão o aumento médio é 17,67% na conta de energia.

Esse reajuste terá impacto na inflação, já que a Eletropaulo cobre uma grande área de atendimento, inclusive São Paulo, a maior cidade do Brasil.

Os altos aumentos nas tarifas de energia já eram esperados por analistas do setor, face à pouca chuva que não compensará o período de seca.

A Copel do Paraná reajustou 15,99%, e atende 4,5 milhões de unidades consumidoras.

A RGE, do Rio Grande do Sul, teve alta média de 20,58% e atende 1,4 milhões de unidades consumidoras.

Apesar do Brasil ter boa capacidade hidroelétrica, essa não é suficiente para atender a demanda energética do país, e as termoelétricas são ativadas para suprir essa necessidade, acarretando um aumento ainda maior, como as tarifas Vermelhas e Amarelas.

Desde junho a Bandeira Vermelha foi ativada em seu maior nível, o Patamar 2, gerando um custo adicional de R$ 5 a cada 100 kWh consumidos.

O Brasil é um país rico em recursos naturais, e privilegiado quando comparado a Alemanha e outros países na Europa, no que se refere a radiciação solar.  Nossos dias ensolarados duram em média 8 horas, comparados as 5 horas da Alemanha, que hoje é o país que mais investe em energia solar.

Os investimentos em Energia Renovável, é muito pequeno em relação a grande capacidade disponível.   Quantos telhados, de grande a pequenos, ainda não possuem painéis solares?  Estamos a passos curtos, por falta de investimento do governo, e por poucas linhas de financiamentos disponíveis.  Mas, existem.

A Suntag Energy do Brasil, é uma empresa especializada em Implantação de Usina Solar Fotovoltaica, que com sua incansável busca por parceiros de fomento, consegue apresentar propostas em que as taxas ficam bem abaixo das praticadas no mercado, parcelados em até 10 anos, e com o primeiro pagamento somente quando a usina estiver funcionando, e a conta já estiver reduzida.  Não há o risco de acumular a conta de energia alta com a parcela do financiamento.

A economia gerada pelo uso de energia do sol pode ultrapassar os 95% na conta mensal.   Esse percentual de economia varia de acordo com o consumo e o contrato junto a concessionária. Quanto maior o consumo, maior será a economia.

O INMETRO rege que os painéis solares têm vida útil de 30 anos. Já os institutos de medidas europeus conseguiram simular 40 anos de vida, nos mesmos painéis.

Vamos simular uma conta com consumo de 57.300 kWh/m, com o valor de R$ 50 mil de uma conexão de baixa tensão. O sistema indicado para atender essa demanda seria de 407 kW.   O investimento total seria em torno de R$ 1.6 milhões, gerando uma economia mensal de 98%.  Sendo assim, a nova conta de energia passará a ser R$ 229,65 e o financiamento em 120 parcelas de R$ 27 mil.    Observe que mesmo durante o período financiamento, a economia de R$ 23 mil já é bastante relevante.  Após o termino das parcelas, o custo mensal para 57.300 kWh/m será de apenas R$ 229,65.  E todo o reajuste na tarifa de energia será aplicada apenas no mínimo contratado pela concessionária, já que toda a energia utilizada será gerada pelo sol, sem custo, renovável, inesgotável por mais de 30 anos.

Os valores acima foram baseados nas tarifas da Light no mês de maio/2018, e na inflação do período. O financiamento está sujeito à aprovação e garantia imobiliária.

Se avaliarmos a situação acima, pode-se observar a grande vantagem econômica na implantação de um sistema fotovoltaico.  Mas além dessa, podemos destacar outras vantagens como:

  • Diminuição da emissão de gases nocivos;
  • Energia com qualidade superior à fornecida pela concessionária;
  • Marketing sustentável;
  • Diferencial competitivo;
  • Diminuição da demanda de energética do país, diminuindo a necessidade de ligar as termoelétricas;
  • Redução do IPTU (Variável a cada município).

Se você tem dúvidas sobre como funciona, quais as vantagens, quer conhecer uma usina já em funcionamento, conversar com os engenheiros ou com ter acesso aos depoimentos que quem já utiliza essa energia, procure a Suntag.  Se quiser receber um estudo, uma proposta completa sem custo, é só nos ligar ou enviar a conta de energia para nosso e-mail.

21 2480 0563

0800 025 2595

www.suntag.com.br 

atendimento@suntag.com.br

Grasiela Firmino- Comunicação e Marketing

Fonte: Folha de São Paulo

 

Mercado Santos Oliveira - 200 kW - Seropédica Instalação Fotovoltaica - 55 kW - Benfica RJ - Realização Suntag

Linhas de transmissão de energia em Foz do Iguaçu, no Paraná

Conta de luz terá bandeira vermelha 2 em junho, nível mais caro, diz Aneel

Por | Mercado de Energias | Sem comentários

Aumento é devido à redução de volume nos reservatórios de hidrelétricas

Brasileiros terão conta de luz mais cara em junho, face ao acionamento da bandeira vermelha nível 2, a mais elevada cobrança adicional que representará uma adição de R$ 5,00  a cada 100 kW consumidos, conforme informou nesse sexta feira a ANEEL.

ANEEL justifica o aumento, ao baixo volume nos reservatórios das hidrelétricas da região sul e previsão de baico volume de chuva, de acordo com a média histórica.

Fonte: Folha de São Paulo

Essa não é a primeira vez que anunciamos esse aumento, e com certeza não será a última.  Mas, esse aumento pode deixar de ser uma preocupação na economia de sua empresa ou residência.   Com o uso de energia limpa, no caso falando da energia solar fotovoltaica, esse aumento não impactaria a conta de energia, pois, até quase 100% da energia utilizada é gerada pelo sol, sem a utilização da energia distribuída pela concessionária. Se não utiliza a energia da distribuidora, não paga as tarifas especiais de consumo.  Se a energia na distribuidora aumenta, a energia gerada pelo sol, continua sem custo de geração.

Entre em contato com a Suntag Energy e solicite um estudo completo de solução de sistema fotovoltaico e entenda como deixar de pagar até 95% da conta de energia por mais de 30 anos.

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Cemig - Armazena energia foto

Minas armazena energia solar

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Pioneiro, empreendimento será acionado em Uberlândia, com proposta inovadora capaz de abastecer a rede de distribuição durante o dia e à noite. Investimento foi de R$ 22 milhões

Minas Gerais já é o estado que mais utiliza equipamentos para gerar energia solar e hoje dá mais um passo importante para o setor. Em Uberlândia, no Triângulo, 1.152 placas de geração fotovoltaica conectadas a baterias vão trazer inovação importante para o Brasil, com reflexos no exterior. A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) inaugura a primeira minigeração conectada à rede no país com potencial para fornecer aproximadamente 480kWh/ano. A novidade principal do projeto – que conta com parceria da Alsol Energias Renováveis, do Grupo Algar, na execução –, é o armazenamento da energia captada ao longo do dia para ser devolvida à rede no período noturno coincidindo com o horário de maior demanda.

O investimento, segundo a Cemig, é de R$ 22,7 milhões, sendo R$ 17,5 milhões aplicados com recursos próprios da concessionária e outros R$ 5,2 milhões assumidos pela Alsol. Até então, todas as usinas que já operam em Minas fornecem energia para a rede durante o período em que a luz solar está presente, mas no momento em que o sistema é mais demandado essa contribuição não pode mais ser dada. Isso, porque a tecnologia opera por disponibilidade, não de acordo com a demanda.

Com a nova usina, essa lógica é invertida, já que ela mescla o envio da energia para rede e o armazenamento ao longo do dia com a presença do sol. A partir das 18h a tecnologia permite que seja injetado na rede seu potencial de 1MW por até três horas, justamente o período de maior demanda. Ao todo, a planta fotovoltaica de 300kWp (quilowatt-pico). “Um inversor capta a luz e a transforma em energia, aí a tecnologia desenvolvida passa, a partir do momento em que o sol se põe, a fazer com que o que foi armazenado passe a ser modulado e injetado na rede. Com isso, você entrega um bloco de energia para o sistema”, afirma Gustavo Malagoli, presidente da Alsol e responsável pelo projeto. 

Ainda de acordo com Malagoli, a tecnologia nacional traz ainda características ambientais importantes, já que usa três tipos de baterias que seriam descartadas no meio ambiente, mas que no sistema ainda podem ser reutilizadas. “Essas baterias precisam ser descartadas, mas ainda têm vida residual que será reaproveitada. Com esse uso, é possível prolongar a vida dessas baterias. Assim, também estamos dando mais um aspecto de cuidado com o meio ambiente”, ressalta. Também está planejado o desenvolvimento de um hardware que possibilitará que o tradicional inversor fotovoltaico seja acoplado às baterias sem a necessidade de troca por um modelo híbrido, que tem alto custo.

Frederico Ribas Soares, gerente de gestão, de tecnologia e inovação da Cemig, destaca que a usina provoca impacto bastante positivo na rede. Além da qualidade da energia a ser produzida e disponibilizada para os consumidores, o aspecto ambiental é bastante relevante e ainda traz uma forma nova de comercializar. “A usina traz um modelo novo de negócio, e exploração de serviço novo que a companhia ainda não faz. Tanto a Alsol quanto a Cemig terão a possibilidade de oferecer um serviço novo que combina armazenamento com qualidade e energia limpa”, afirmou.

A entrega é parte de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) proposto pela Cemig e aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em abril do ano passado. De acordo com Carlos Renato França Maciel, superintendente de tecnologia e eficiência energética da Cemig, o projeto atende ao acordo que prevê a destinação pela companhia de percentual do seu faturamento à pesquisa. “Essa tecnologia é fruto desse investimento e traz resultado bastante importante e muito nobre para o setor”, conta.

Fonte: Jornal Estado de Minas

 

Sao Paulo

Estado de SP isenta ICMS de componentes de geração de energia solar fotovoltaica para prédios públicos

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O governador Geraldo Alckmin isentou de ICMS os equipamentos e componentes para geração de energia elétrica solar fotovoltaica destinada ao atendimento do consumo de prédios próprios públicos estaduais. A norma atende a uma demanda do setor fotovoltaico ao validar o convênio ICMS 114/2017 celebrado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária, CONFAZ.

 “Além de desonerar partes e peças utilizadas na geração de energia limpa no Estado de São Paulo, o Governo incentiva tanto o setor econômico na produção dos itens necessários, quanto os órgãos públicos a fazerem uso de fontes sustentáveis com economia de recursos. Um ganha-ganha para toda a sociedade paulista.”, afirmou o secretário da Fazenda do Estado Helcio Tokeshi.

O decreto 63.095/2017, que introduz uma alteração no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias, foi publicado na edição de 23 de dezembro de 2017 do Diário Oficial do Estado de São Paulo.

O benefício impacta as partes, peças, estruturas de suporte, transformador, cabos elétricos, disjuntor, inversor CC/CA ou conversor, string box ou quadro de comando e seguidor solar tipo “tracker”, produtos utilizados na  montagem das usinas.

“São Paulo é o segundo maior Estado do Brasil em número de unidades geradoras de energia fotovoltaica com quatro mil instalações e um potencial de 24 MW. Esse decreto assinado pelo Governador Alckmin dá garantia para o investidor e gera economia para os prédios públicos, uma combinação perfeita”, disse o secretário de Energia e Mineração João Carlos Meirelles.

A Secretaria de Energia e Mineração tem trabalhado para ampliar a produção das energias renováveis na matriz energética estadual onde a energia fotovoltaica tem enorme potencial para se desenvolver.

Com esse decreto todos os prédios próprios públicos estaduais tais como escolas, presídios e outros poderão se beneficiar da medida. Ainda no primeiro trimestre deste ano a Unesp – Universidade Estadual Paulista, apresentará um edital público para fornecimento de energia solar para seus prédios.

Energia Solar no Estado

O Governo do Estado de São Paulo quer popularizar a energia solar fotovoltaica e pra isso vem fomentando a instalação de novos sistemas pela indústria, comércio e principalmente pela população em suas residências.

Com base nas contribuições apresentadas pela Subsecretaria de Energias Renováveis da Secretaria Estadual de Energia e Mineração, Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade – Investe São Paulo e pela Cetesb – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, a Secretaria do Meio Ambiente publicou no Diário Oficial em, 5 de agosto de 2017, a Resolução 74 que dispõe sobre o licenciamento ambiental de empreendimentos de geração de energia elétrica por fonte solar fotovoltaica a isenção de licenças para instalações menores que 5 MW.

O levantamento do potencial solar paulista mostra que São Paulo pode gerar até 12 TWh/ano. O mapeamento dos níveis e faixas de irradiação comprovam a viabilidade técnica e econômica para a geração de energia fotovoltaica entre as faixas de radiação anual de 5,61 e 5,70 kWh/m²/dia, considerando a melhor faixa de aproveitamento, correspondente a 0,3% do território paulista.

O site da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), apresenta em janeiro de 2018, o ranking brasileiro que em primeiro lugar está Minas Gerais com 4.414 unidades consumidoras com geração distribuída, seguida por São Paulo com 4.000, Rio Grande do Sul 2.478, Rio de Janeiro 1.609 e Santa Catarina 1.458.

Fonte: Secretaria da Fazenda de São Paulo

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Setor de Farmácias investe em energia solar para diminuir custo de energia

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O consumo mensal de eletricidade nessas farmácias, que ficam nas cidades de Belo Horizonte e Uberlândia, caiu pela metade, segundo a empresa

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Com sistemas de geração de energia solar instalados em 11 lojas em Minas Gerais, a Raia Drogasil economizou 69.000 reais nos últimos cinco meses.

O consumo mensal de eletricidade nessas farmácias, que ficam nas cidades de Belo Horizonte e Uberlândia, caiu pela metade, segundo a empresa.

Pelo projeto, a luz do sol é transformada em elétrica por usinas fotovoltaicas fornecidas pela Axis Renováveis.

As duas empresas assinaram um contrato de 12 anos. Até o fim desse período, a Raia Drogasil deve poupar cerca de 850.000 reais com gastos com energia nas unidades em que os sistemas já estão instalados.

O parque tem capacidade para abastecer o equivalente a 158 residências por mês.

“Ele terá capacidade mensal de produção de 27.836 kWh de energia, evitando a emissão de 47 toneladas de CO2 na atmosfera por ano”, diz em nota Rodrigo Marcolino, sócio da Axis.

O plano é estender a iniciativa para outras lojas da Raia Drogasil.

“Nosso objetivo vai além da redução de custos, queremos também diminuir tudo aquilo que impacta o meio ambiente”, afirma Milton Alvim, diretor de engenharia e manutenção da empresa.

Paralelo a esse programa, a companhia instalou aparelhos que otimizam o fluxo de energia elétrica em 700 de suas unidades. Com eles, conseguiu uma redução de 14% no consumo de energia nos últimos oito meses.

Presente em 18 estados, a rede tem hoje cerca de 1.330 pontos de venda no país.

Nos últimos 12 meses findos em junho, ela teve uma receita bruta de 10,6 bilhões de reais. A companhia é líder no setor, tanto em faturamento, quanto em número de unidades.

Fonte: Revista Exame