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Category Archives: Eficiência Energética

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Mais uma usina Suntag gerando energia através do Sol

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Inversor Solar Fotovoltaico, Kit Fotovoltaico, Kit Solar Fotovoltaico, Mercado de Energias, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

Duque de Caxias/RJ, 02 de outubro de 2018, primavera, dia de sol quente e céu limpo. Um dia comum?  Quase isso, já que uma nova usina de geração de energia solar projetada pela Suntag Energy do Brasil iniciou seu funcionamento.

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  • Cliente: Mercado Primos
  • Tamanho: 63kW
  • Investimento: R$ 211.000,00
  • Economia Mensal: 91%
  • Gasto com energia sem sistema:  R$ 9.279,49  (*)
  • Gasto com energia pós instalação do sistema solar: R$ 233,65 (*)
  • Economia Mensal: R$ 8.441,15
  • Economia Anual: R$ 101.293,74
  • Payback: 2 anos

Componentes:

  • 194 Módulos Fotovoltaicos com capacidade de geração 325 Wp com Células de Silício Policristalino, tensão/corrente (44,9 V/9,10 A), vidro temperado
  • 2 inversores Fotovoltáicos Sofar Solar de 33 kW

A Suntag Energy do Brasil instalou muitos kW de usinas solares no Rio de Janeiro, e muitos megas  já estão sendo instalados no estado pela nossa empresa. Cada dia mais, o empresário brasileiro tem descoberto que gerar a própria energia é um investimento altamente retornável, que garante a redução dos custos operacionais da empresa já no primeiro dia.

Se você ou sua empresa sofrem com a conta de energia, procure a Suntag. Peça uma proposta sem compromisso.  Vá visitar uma das usinas instaladas por nós, converse com os clientes.  Daremos todo o suporte para a tomada de decisão mais apropriada para sua empresa e residência.

Ligue para nós, ou envie uma conta de energia para nosso e-mail.

21 2480-0563

0800 025 2595

atendimento@suntag.com.br

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Energia renovável traz as emissões da Califórnia abaixo dos níveis de 1990

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, O Mundo, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

O último relatório do estado dos EUA mostra que ele superou sua meta de 2020 de redução de emissões quatro anos antes, principalmente graças a mais energia renovável.

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A máquina de propaganda substancial da indústria nuclear derramou muita tinta ao afirmar que a energia renovável não resultou em reduções significativas nas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Em particular, os defensores da energia nuclear apontaram para a Alemanha, onde as emissões do setor elétrico e as parcelas de geração de carvão caíram lentamente, apesar de grandes quantidades de energia renovável entrarem em operação, em parte devido à paralisação nuclear simultânea.

A Alemanha pode fazer seus próprios argumentos para a Energiewende, que tem outros objetivos que precederam a redução de GEE. No entanto, não é a única região que está passando por uma transição de energia. Os dados mais recentes da Califórnia mostram uma relação muito mais clara entre a implantação contínua de energia renovável e a redução de emissões, apesar do fechamento de uma das últimas usinas nucleares do estado.

Na semana passada, o California Air Resources Board (CARB) anunciou que as emissões de GEE do estado haviam caído para 429 milhões de toneladas em 2016. Isso está abaixo das 431 toneladas emitidas em 1990 pela primeira vez neste século e, como tal, supera a meta do estado. para reduções de emissões quatro anos antes.

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Em consonância com relatórios anteriores, um inventário detalhado do CARB mostra que isso se deveu em grande parte à implantação de energia renovável. As emissões totais caíram 18% somente em 2016 e as emissões totais de energia elétrica caíram cerca de 1/3 de mais de 100 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2000 para menos de 70 milhões de toneladas em 2016.

De todos os recursos, a energia solar está na vanguarda disso. O telhado combinado e o solar em escala de utilidade pública atendem a cerca de 13% da demanda de eletricidade da Califórnia em 2017, o nível mais alto de qualquer estado dos EUA. E como a geração solar cresceu, a geração do gás natural caiu – assim como os gastos com transmissão.

Alguns dos avanços em 2016 e 2017 se devem à geração hidrelétrica muito pesada, mas a tendência geral também mostra um declínio, e as maiores quedas entre 2010 e 2016 vieram de menores GEE das importações. Isso mostra particularmente forte nos números de intensidade de GEE.

 

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O CARB cita os programas de 50% até 2030 do Padrão de Portfólio Renovável (RPS) e de Cap-and-Trade para “incentivar o desinvestimento de importações de eletricidade com uso intensivo de carbono”. O CARB mostra que a participação do estado nas importações de carbono zero (energia renovável e energia nuclear) aumentou, e é notável aqui que a geração fora do estado conta para o RPS da Califórnia. No entanto, tanto os analistas quanto os estudos anteriores excluíram qualquer relação entre as emissões de preços do estado e a implantação de renováveis.

E como a revista pv informou anteriormente que os dados disponíveis publicamente sobre a fonte dessas importações estão incompletos, dificultando a validação independente das avaliações do CARB. No entanto, os dados da Comissão de Energia da Califórnia, compilados por Joe Deely, mostram que a participação declarada da energia nuclear no mix de energia do estado não aumentou significativamente desde 2013, enquanto a energia solar e a hidráulica aumentaram substancialmente.

O grande quadro da descarbonização

Um dos aspectos fascinantes da redução de emissões na Califórnia é que o estado está superando suas metas para reduzir as emissões, enquanto a população e o produto interno bruto (PIB) crescem. As emissões globais per capita caíram cerca de 1/4 e as emissões por unidade do PIB em cerca de 1/3, com uma clara dissociação das emissões do PIB a partir de 2003.

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Isso não quer dizer que a recessão não tenha papel. As emissões de transporte na Califórnia caíram durante a recessão de 2008 e não retornaram aos níveis de 2007 desde então. As emissões residenciais também caíram nos últimos anos, mas isso apenas refletiu o número de dias de aquecimento, indicando pouco progresso significativo na eficiência energética.

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Para a Califórnia fazer mais progressos na redução de emissões, não será suficiente apenas implantar energia renovável. Quase 2/3 das emissões do estado vêm atualmente dos setores de transporte e industrial e, em particular, será fundamental para eletrificar o transporte e / ou implementar políticas de trânsito, habitação e uso do solo que forneçam alternativas aos longos deslocamentos automobilísticos que são a norma. em muitas das áreas urbanas do estado.

Este último pode ser particularmente espinhoso, dada a resistência do NIMBY a habitações mais densas por parte de proprietários afluentes que freqüentemente aparecem na política de cidades como São Francisco e Berkeley.

Fonte: PV-Magazine

18 DE JULHO DE 2018 CHRISTIAN ROSELUND

Christian Roselund atua como editor das Américas na revista pv e se juntou em 2014. Antes disso, ele cobriu a política solar global, mercados e tecnologia para o Solar Server e escreveu sobre energia renovável para CleanTechnica, Transição Alemã de Energia, Truthout, The Guardian (Reino Unido). ) e IEEE Spectrum.

 

Mercado Preço Mini - Seropédica - 200kW

Usina solar Suntag de 200kW em Seropédica/RJ

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Mais uma usina sendo instalada pela Suntag Energy do Brasil no Rio de Janeiro.

Para atender a demanda energética do Mercado Preço Mini, em Queimados, e seu CD em Seropédica, o empresário Marcelo investiu em energia limpa, renovável e inesgotável.  O projeto foi desenvolvido pela equipe de engenharia da Suntag, sob responsabilidade do Engenheiro Lincoln Firmino.

Entenda os números:

  • Tamanho da Usina: 200kW
  • Quantidade de Painéis: 416
  • Consumo Mensal: 26.047 kWh
  • Energia anual gerada: 318.909 kWh
  • Valor da conta sem Sistema Solar: R$ 19.155,73
  • Valor da conta com Sistema Solar: R$ 141,38
  • Quantidade de Painéis: 716 placas
  • Área necessária: 1200 m2
  • Investimento: RS 1.100 mil
  • Payback: 3,9 anos
  • Economia Mensal: R$ 18.183,13
  • Economia Anual: R$ 218.197,58
  • Economia em 30 anos: R$ 6.537.182,62
  • Vida útil: 30 anos
  • Garantia: 10 anos

Esse projeto comprova que o Sistema Solar Fotovoltaico é um investimento seguro, com retorno do investimento de 2,5 a 4 anos em média e que vale a pena, pois diminui em até 95% o custo em energia mensal.   Com as linhas de financiamento, o investimento pode ser pago em até 120 parcelas(*), sendo que a primeira só vence após a primeira conta de energia reduzida, não possibilitando o acúmulo de parcela com a conta de energia alta. Ao término do parcelamento, sua economia é total, e com uma vida útil de 30 anos no mínimo, serão mais 25 anos para usufruir o fluxo de caixa positivo.

Se quiser entender os cálculos, simular um sistema solar para atender sua residência e empresa, solicite um orçamento num de nossos canais de atendimento.

Nossa equipe aguarda seu contato

Grasiela Firmino

Comunicação e Marketing

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Gargalo Elétrico – Por Miriam Leitão

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, O Mundo, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

Gargalo elétrico

POR MÍRIAM LEITÃO

27/10/2017 06:00

gargalo eletrico - Miriam leitão.A conta de luz está 40% mais cara desde 2012, quando houve a intervenção do governo Dilma no setor elétrico. Não deve ceder a curto prazo. Esta semana mesmo houve o anúncio da alta da bandeira vermelha. Os reservatórios têm menos água do que na época do apagão do governo Fernando Henrique. Os administradores do setor elétrico não conseguem ver os riscos a tempo.

As hidrelétricas estão velhas, com baixa produtividade, os reservatórios, assoreados, e os rios, fustigados pelos maus tratos. O governo Dilma quis construir novas hidrelétricas, passando por cima de todas as restrições ambientais e hoje se sabe que em várias delas houve desvio de recursos públicos. O governo Temer ignora os problemas que se acumulam. No ano passado, disse que haveria sobra de energia e agora está aprovando um aumento atrás do outro. Era fácil ver antes que o nível de água continuava baixo nos reservatórios. O modelo do ONS para monitorar o setor tem sido questionado por especialistas.

Os governos Dilma e Temer passaram todo o ano de 2016 com bandeira verde apesar do baixo nível de água dos reservatórios. Foram iguais na demagogia. O pior momento do populismo tarifário foi com a MP 579, de setembro de 2012, quando a presidente Dilma reduziu a conta e, com isso, estimulou o consumo em época de escassez de água. O preço caiu e depois disparou.

O diretor da consultoria Excelência Energia, Erik Eduardo Rego, avalia que a tendência é de novos aumentos na conta nos próximos anos. Ele acha que só não haverá apagão porque a falta de energia derrubará o PIB.

— Trabalhamos com um cenário de alta de 2,5% no PIB do ano que vem. Se fosse mais do que isso, bateria na trave. Acho que isso não ocorre porque as tarifas terão que subir antes, e isso irá afetar principalmente a recuperação da indústria — explicou.

O que os especialistas dizem é que o sistema hidrelétrico brasileiro está velho, com baixa produtividade, e que o ONS não está dimensionando bem essa perda de eficiência. Com isso, autoriza um consumo maior do que as usinas conseguem gerar. Deveria determinar o uso de outras energias, a começar das mais limpas. Os reservatórios estão assoreados e há os “gatos de água”, pequenos produtores que usam a água dos rios sem autorização. Além disso, o órgão regulador considerou, nas suas projeções, que todos os projetos de energia do governo Dilma ficariam prontos nas datas planejadas. E não ficaram.

— Fizemos um estudo usando o mesmo modelo do ONS. Refizemos as contas com o que houve de despacho, consumo e chuvas, e comparamos com as projeções. O resultado é que todo ano os reservatórios estão ficando 10 pontos abaixo do projetado. Há uma margem de erro de 10 pontos por ano, e isso foi se acumulando — disse.

No Nordeste, o nível dos reservatórios caiu para 6,5% do total. Só não falta energia porque as eólicas estão trabalhando a todo vapor e já chegam a suprir 50% da geração. Eduardo Rego diz que hoje o Rio São Francisco caiu para 4º lugar como fonte de energia. A eólica é a primeira, depois, térmica a gás, e importação de outras regiões do país. Em todo o Brasil, há 15 GW de térmicas em uso, para uma capacidade máxima de 19 GW. Essa diferença de 4 GW, de usinas mais caras e poluentes, é justamente a reserva que o sistema elétrico tem hoje para evitar apagões em caso de pico de consumo. Mas não é uma boa solução porque são as usinas mais sujas.

O consultor Adriano Pires, do CBIE, diz que o governo Temer está repetindo o erro do governo Dima em não fazer campanhas de racionalização do uso de energia.

— Os governos têm medo de que a população confunda racionalização com racionamento. Isso é um erro. Se o PIB crescer 4% no ano que vem, há risco real de faltar energia. As contas vão ficar altas até que se recupere o nível dos reservatórios — disse.

Entra governo, sai governo, tem faltado planejamento no setor elétrico. No final do ano passado, o governo Temer cancelou um leilão de eólica e solar, dizendo que havia sobra de energia no sistema e este ano marcou para dezembro um leilão de energia a carvão, a mais poluente. Agora, a Aneel elevou em 43% a sobretaxa na conta de luz, e o medo do apagão voltou a rondar o país.

Fonte: O Globo

Petrobras entra em negócios de energia solar

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, O Mundo | Sem comentários

A gigante petrolífera brasileira assinou um memorando de entendimento com a Total e sua subsidiária, a Total Eren, para investir em projetos eólicos e solares no Brasil.

Petrobras

Parece que nem uma semana se passou nos últimos meses, quando alguns grandes ou grandes petrolíferos globais não revelaram planos de investir em energia limpa.

Desta vez, a gigante do petróleo brasileira, a Petrobras anunciou que vai unir forças com a aliada estratégica, a Total, com sede na França, e sua subsidiária de energia renovável, a Total Eren, para investir em energia eólica e solar em terra no Brasil.

As três entidades assinaram um memorando de entendimento não vinculante para avaliar o desenvolvimento do negócio conjunto em energia solar e eólica no mercado brasileiro, que segue um acordo de parceria estratégica selado pela Total e Petrobras em fevereiro de 2017. Naquela época, as duas empresas concordaram em avaliar as áreas potenciais de cooperação.

“Os principais benefícios no desenvolvimento de uma parceria desse tipo são a diluição de riscos relacionados ao negócio de energias renováveis ​​no Brasil e potenciais economias de escala e sinergias”, afirmou a Petrobras em comunicado divulgado hoje.

Sob o acordo assinado em março de 2017, a Petrobras concordou em vender cerca de US $ 2 bilhões em ativos de geração de petróleo e energia térmica para a companhia de petróleo francesa.

Atualmente, a Petrobras possui e opera cerca de 6,8 GW de ativos de geração de energia. São 34 usinas termoelétricas, eólicas e hidrelétricas, sendo a contabilidade termoelétrica a maior parcela. A empresa também está desenvolvendo um sistema fotovoltaico de 1,1 MW em uma de suas instalações no estado brasileiro do Rio Grande do Norte.

Incluindo a Petrobras, a lista de empresas petrolíferas que se transformam em energia solar agora compreende, entre outras, Repsol, Shell, Total, Eni, a norueguesa Statoil, a Hungria Mol, a DOP de Omã e o PJC da Jamaica.

 

Fonte: PV Magazine

Energia sobe 33% contra inflação de 19%

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, O Mundo, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

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As chuvas abaixo da média e a alta do dólar são os principais fatores que levaram a um aumento da tarifa da energia residencial de 33,4% entre fevereiro de 2015 e maio de 2018, muito acima da inflação do período, de 19,7%, segundo estudo de consultoria. A bandeira vermelha, adotada este mês e que encarece a luz, deve ir até outubro, mas pode se estender a dezembro, se o volume dos reservatórios não for regularizado.

Fonte: O Globo

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BNDES terá empréstimos para pessoas físicas instalarem placas de energia solar

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Inversor Solar Fotovoltaico | One Comment
BNDESO Programa Fundo Clima, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), passará a oferecer crédito para pessoas físicas investirem na instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração, informou há pouco a instituição de fomento. Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos.”Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia”, diz a nota divulgada há pouco pelo banco.

Segundo o BNDES, as regras do Fundo Clima alcançam 80% dos itens financiáveis nesse tipo de instalação, que inclui placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e demais equipamentos necessários. Cada cliente pode tomar no máximo R$ 30 milhões a cada 12 meses.

O juro total, incluindo taxas do BNDES e dos bancos repassadores, é de 4,03% ao ano, no caso de pessoas físicas ou jurídicas com renda ou faturamento anual até R$ 90 milhões, e 4,55% ao ano, no caso de renda superior a R$ 90 milhões anuais. O financiamento ainda permite carência de três a 24 meses, com prazo máximo de 144 meses.

  • Taxa final máxima: 4,03% a.a.
  • Prazo: 12 anos, carência entre 3 e 24 meses
  • Participação do BNDES: até 80% dos itens financiáveis
  • Contratados por meio de bancos públicos

A Suntag Energy do Brasil é uma empresa especializada em Sistema Solar Fotovoltaico, localizada no Rio de Janeiro.   Ligue e solicite um orçamento sem compromisso.

Tel. 0800 025 2595    –  21 2480 0563

www.suntag.com.br

atendimento@suntag.com.br

Fonte: O Globo

Cemig - Armazena energia foto

Minas armazena energia solar

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

Pioneiro, empreendimento será acionado em Uberlândia, com proposta inovadora capaz de abastecer a rede de distribuição durante o dia e à noite. Investimento foi de R$ 22 milhões

Minas Gerais já é o estado que mais utiliza equipamentos para gerar energia solar e hoje dá mais um passo importante para o setor. Em Uberlândia, no Triângulo, 1.152 placas de geração fotovoltaica conectadas a baterias vão trazer inovação importante para o Brasil, com reflexos no exterior. A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) inaugura a primeira minigeração conectada à rede no país com potencial para fornecer aproximadamente 480kWh/ano. A novidade principal do projeto – que conta com parceria da Alsol Energias Renováveis, do Grupo Algar, na execução –, é o armazenamento da energia captada ao longo do dia para ser devolvida à rede no período noturno coincidindo com o horário de maior demanda.

O investimento, segundo a Cemig, é de R$ 22,7 milhões, sendo R$ 17,5 milhões aplicados com recursos próprios da concessionária e outros R$ 5,2 milhões assumidos pela Alsol. Até então, todas as usinas que já operam em Minas fornecem energia para a rede durante o período em que a luz solar está presente, mas no momento em que o sistema é mais demandado essa contribuição não pode mais ser dada. Isso, porque a tecnologia opera por disponibilidade, não de acordo com a demanda.

Com a nova usina, essa lógica é invertida, já que ela mescla o envio da energia para rede e o armazenamento ao longo do dia com a presença do sol. A partir das 18h a tecnologia permite que seja injetado na rede seu potencial de 1MW por até três horas, justamente o período de maior demanda. Ao todo, a planta fotovoltaica de 300kWp (quilowatt-pico). “Um inversor capta a luz e a transforma em energia, aí a tecnologia desenvolvida passa, a partir do momento em que o sol se põe, a fazer com que o que foi armazenado passe a ser modulado e injetado na rede. Com isso, você entrega um bloco de energia para o sistema”, afirma Gustavo Malagoli, presidente da Alsol e responsável pelo projeto. 

Ainda de acordo com Malagoli, a tecnologia nacional traz ainda características ambientais importantes, já que usa três tipos de baterias que seriam descartadas no meio ambiente, mas que no sistema ainda podem ser reutilizadas. “Essas baterias precisam ser descartadas, mas ainda têm vida residual que será reaproveitada. Com esse uso, é possível prolongar a vida dessas baterias. Assim, também estamos dando mais um aspecto de cuidado com o meio ambiente”, ressalta. Também está planejado o desenvolvimento de um hardware que possibilitará que o tradicional inversor fotovoltaico seja acoplado às baterias sem a necessidade de troca por um modelo híbrido, que tem alto custo.

Frederico Ribas Soares, gerente de gestão, de tecnologia e inovação da Cemig, destaca que a usina provoca impacto bastante positivo na rede. Além da qualidade da energia a ser produzida e disponibilizada para os consumidores, o aspecto ambiental é bastante relevante e ainda traz uma forma nova de comercializar. “A usina traz um modelo novo de negócio, e exploração de serviço novo que a companhia ainda não faz. Tanto a Alsol quanto a Cemig terão a possibilidade de oferecer um serviço novo que combina armazenamento com qualidade e energia limpa”, afirmou.

A entrega é parte de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) proposto pela Cemig e aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em abril do ano passado. De acordo com Carlos Renato França Maciel, superintendente de tecnologia e eficiência energética da Cemig, o projeto atende ao acordo que prevê a destinação pela companhia de percentual do seu faturamento à pesquisa. “Essa tecnologia é fruto desse investimento e traz resultado bastante importante e muito nobre para o setor”, conta.

Fonte: Jornal Estado de Minas

 

Sao Paulo

Estado de SP isenta ICMS de componentes de geração de energia solar fotovoltaica para prédios públicos

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O governador Geraldo Alckmin isentou de ICMS os equipamentos e componentes para geração de energia elétrica solar fotovoltaica destinada ao atendimento do consumo de prédios próprios públicos estaduais. A norma atende a uma demanda do setor fotovoltaico ao validar o convênio ICMS 114/2017 celebrado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária, CONFAZ.

 “Além de desonerar partes e peças utilizadas na geração de energia limpa no Estado de São Paulo, o Governo incentiva tanto o setor econômico na produção dos itens necessários, quanto os órgãos públicos a fazerem uso de fontes sustentáveis com economia de recursos. Um ganha-ganha para toda a sociedade paulista.”, afirmou o secretário da Fazenda do Estado Helcio Tokeshi.

O decreto 63.095/2017, que introduz uma alteração no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias, foi publicado na edição de 23 de dezembro de 2017 do Diário Oficial do Estado de São Paulo.

O benefício impacta as partes, peças, estruturas de suporte, transformador, cabos elétricos, disjuntor, inversor CC/CA ou conversor, string box ou quadro de comando e seguidor solar tipo “tracker”, produtos utilizados na  montagem das usinas.

“São Paulo é o segundo maior Estado do Brasil em número de unidades geradoras de energia fotovoltaica com quatro mil instalações e um potencial de 24 MW. Esse decreto assinado pelo Governador Alckmin dá garantia para o investidor e gera economia para os prédios públicos, uma combinação perfeita”, disse o secretário de Energia e Mineração João Carlos Meirelles.

A Secretaria de Energia e Mineração tem trabalhado para ampliar a produção das energias renováveis na matriz energética estadual onde a energia fotovoltaica tem enorme potencial para se desenvolver.

Com esse decreto todos os prédios próprios públicos estaduais tais como escolas, presídios e outros poderão se beneficiar da medida. Ainda no primeiro trimestre deste ano a Unesp – Universidade Estadual Paulista, apresentará um edital público para fornecimento de energia solar para seus prédios.

Energia Solar no Estado

O Governo do Estado de São Paulo quer popularizar a energia solar fotovoltaica e pra isso vem fomentando a instalação de novos sistemas pela indústria, comércio e principalmente pela população em suas residências.

Com base nas contribuições apresentadas pela Subsecretaria de Energias Renováveis da Secretaria Estadual de Energia e Mineração, Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade – Investe São Paulo e pela Cetesb – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, a Secretaria do Meio Ambiente publicou no Diário Oficial em, 5 de agosto de 2017, a Resolução 74 que dispõe sobre o licenciamento ambiental de empreendimentos de geração de energia elétrica por fonte solar fotovoltaica a isenção de licenças para instalações menores que 5 MW.

O levantamento do potencial solar paulista mostra que São Paulo pode gerar até 12 TWh/ano. O mapeamento dos níveis e faixas de irradiação comprovam a viabilidade técnica e econômica para a geração de energia fotovoltaica entre as faixas de radiação anual de 5,61 e 5,70 kWh/m²/dia, considerando a melhor faixa de aproveitamento, correspondente a 0,3% do território paulista.

O site da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), apresenta em janeiro de 2018, o ranking brasileiro que em primeiro lugar está Minas Gerais com 4.414 unidades consumidoras com geração distribuída, seguida por São Paulo com 4.000, Rio Grande do Sul 2.478, Rio de Janeiro 1.609 e Santa Catarina 1.458.

Fonte: Secretaria da Fazenda de São Paulo

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Setor de Farmácias investe em energia solar para diminuir custo de energia

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O consumo mensal de eletricidade nessas farmácias, que ficam nas cidades de Belo Horizonte e Uberlândia, caiu pela metade, segundo a empresa

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Com sistemas de geração de energia solar instalados em 11 lojas em Minas Gerais, a Raia Drogasil economizou 69.000 reais nos últimos cinco meses.

O consumo mensal de eletricidade nessas farmácias, que ficam nas cidades de Belo Horizonte e Uberlândia, caiu pela metade, segundo a empresa.

Pelo projeto, a luz do sol é transformada em elétrica por usinas fotovoltaicas fornecidas pela Axis Renováveis.

As duas empresas assinaram um contrato de 12 anos. Até o fim desse período, a Raia Drogasil deve poupar cerca de 850.000 reais com gastos com energia nas unidades em que os sistemas já estão instalados.

O parque tem capacidade para abastecer o equivalente a 158 residências por mês.

“Ele terá capacidade mensal de produção de 27.836 kWh de energia, evitando a emissão de 47 toneladas de CO2 na atmosfera por ano”, diz em nota Rodrigo Marcolino, sócio da Axis.

O plano é estender a iniciativa para outras lojas da Raia Drogasil.

“Nosso objetivo vai além da redução de custos, queremos também diminuir tudo aquilo que impacta o meio ambiente”, afirma Milton Alvim, diretor de engenharia e manutenção da empresa.

Paralelo a esse programa, a companhia instalou aparelhos que otimizam o fluxo de energia elétrica em 700 de suas unidades. Com eles, conseguiu uma redução de 14% no consumo de energia nos últimos oito meses.

Presente em 18 estados, a rede tem hoje cerca de 1.330 pontos de venda no país.

Nos últimos 12 meses findos em junho, ela teve uma receita bruta de 10,6 bilhões de reais. A companhia é líder no setor, tanto em faturamento, quanto em número de unidades.

Fonte: Revista Exame