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Pôr do Sol na usina solar de seropédica

O espetáculo de ontem na usina Suntag em Seropédica

Por | Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | 2 Comments

Fim de dia dessa terça-feira, o sol de inverno despede-se para que a noite chegue, e nesse momento o Philipi Carvalho, que realizava a instalação fotovoltaica, captou esse imagem linda, que merece ser apreciado por muitos.

Essa usina 200kW, pertence ao mercado Preço Mini localizado em Queimados, e está instalada no seu futuro Centro de Distribuição em Seropédica.

São mais de 700 painéis  ocupando uma área de 1200 m2, que captam os raios solares para produzir uma média mensal de 26.100 kWh, proporcionando uma economia de 95% na conta de energia mensal, aproximadamente R$18.200,00 de redução no valor da conta por mês.  Economia total acumulada no ano será em média R$ 219 mil.

Obrigada Philipi por registrar esse momento lindo.

Grasiela Firmino

Comunicações Suntag Energy do Brasil

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Energia renovável traz as emissões da Califórnia abaixo dos níveis de 1990

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, O Mundo, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

O último relatório do estado dos EUA mostra que ele superou sua meta de 2020 de redução de emissões quatro anos antes, principalmente graças a mais energia renovável.

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A máquina de propaganda substancial da indústria nuclear derramou muita tinta ao afirmar que a energia renovável não resultou em reduções significativas nas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Em particular, os defensores da energia nuclear apontaram para a Alemanha, onde as emissões do setor elétrico e as parcelas de geração de carvão caíram lentamente, apesar de grandes quantidades de energia renovável entrarem em operação, em parte devido à paralisação nuclear simultânea.

A Alemanha pode fazer seus próprios argumentos para a Energiewende, que tem outros objetivos que precederam a redução de GEE. No entanto, não é a única região que está passando por uma transição de energia. Os dados mais recentes da Califórnia mostram uma relação muito mais clara entre a implantação contínua de energia renovável e a redução de emissões, apesar do fechamento de uma das últimas usinas nucleares do estado.

Na semana passada, o California Air Resources Board (CARB) anunciou que as emissões de GEE do estado haviam caído para 429 milhões de toneladas em 2016. Isso está abaixo das 431 toneladas emitidas em 1990 pela primeira vez neste século e, como tal, supera a meta do estado. para reduções de emissões quatro anos antes.

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Em consonância com relatórios anteriores, um inventário detalhado do CARB mostra que isso se deveu em grande parte à implantação de energia renovável. As emissões totais caíram 18% somente em 2016 e as emissões totais de energia elétrica caíram cerca de 1/3 de mais de 100 milhões de toneladas de CO2 equivalente em 2000 para menos de 70 milhões de toneladas em 2016.

De todos os recursos, a energia solar está na vanguarda disso. O telhado combinado e o solar em escala de utilidade pública atendem a cerca de 13% da demanda de eletricidade da Califórnia em 2017, o nível mais alto de qualquer estado dos EUA. E como a geração solar cresceu, a geração do gás natural caiu – assim como os gastos com transmissão.

Alguns dos avanços em 2016 e 2017 se devem à geração hidrelétrica muito pesada, mas a tendência geral também mostra um declínio, e as maiores quedas entre 2010 e 2016 vieram de menores GEE das importações. Isso mostra particularmente forte nos números de intensidade de GEE.

 

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O CARB cita os programas de 50% até 2030 do Padrão de Portfólio Renovável (RPS) e de Cap-and-Trade para “incentivar o desinvestimento de importações de eletricidade com uso intensivo de carbono”. O CARB mostra que a participação do estado nas importações de carbono zero (energia renovável e energia nuclear) aumentou, e é notável aqui que a geração fora do estado conta para o RPS da Califórnia. No entanto, tanto os analistas quanto os estudos anteriores excluíram qualquer relação entre as emissões de preços do estado e a implantação de renováveis.

E como a revista pv informou anteriormente que os dados disponíveis publicamente sobre a fonte dessas importações estão incompletos, dificultando a validação independente das avaliações do CARB. No entanto, os dados da Comissão de Energia da Califórnia, compilados por Joe Deely, mostram que a participação declarada da energia nuclear no mix de energia do estado não aumentou significativamente desde 2013, enquanto a energia solar e a hidráulica aumentaram substancialmente.

O grande quadro da descarbonização

Um dos aspectos fascinantes da redução de emissões na Califórnia é que o estado está superando suas metas para reduzir as emissões, enquanto a população e o produto interno bruto (PIB) crescem. As emissões globais per capita caíram cerca de 1/4 e as emissões por unidade do PIB em cerca de 1/3, com uma clara dissociação das emissões do PIB a partir de 2003.

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Isso não quer dizer que a recessão não tenha papel. As emissões de transporte na Califórnia caíram durante a recessão de 2008 e não retornaram aos níveis de 2007 desde então. As emissões residenciais também caíram nos últimos anos, mas isso apenas refletiu o número de dias de aquecimento, indicando pouco progresso significativo na eficiência energética.

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Para a Califórnia fazer mais progressos na redução de emissões, não será suficiente apenas implantar energia renovável. Quase 2/3 das emissões do estado vêm atualmente dos setores de transporte e industrial e, em particular, será fundamental para eletrificar o transporte e / ou implementar políticas de trânsito, habitação e uso do solo que forneçam alternativas aos longos deslocamentos automobilísticos que são a norma. em muitas das áreas urbanas do estado.

Este último pode ser particularmente espinhoso, dada a resistência do NIMBY a habitações mais densas por parte de proprietários afluentes que freqüentemente aparecem na política de cidades como São Francisco e Berkeley.

Fonte: PV-Magazine

18 DE JULHO DE 2018 CHRISTIAN ROSELUND

Christian Roselund atua como editor das Américas na revista pv e se juntou em 2014. Antes disso, ele cobriu a política solar global, mercados e tecnologia para o Solar Server e escreveu sobre energia renovável para CleanTechnica, Transição Alemã de Energia, Truthout, The Guardian (Reino Unido). ) e IEEE Spectrum.

 

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CPFL Eficiência fecha contrato de R$ 13 milhões com Mercado Municipal do Rio de Janeiro (Cadeg)

Por | Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

​Contrato, com 100% de investimento realizado pela CPFL Eficiência, prevê instalação de placas solares e uma usina de cogeração a gás natural

Campinas, 31 de julho de 2018 - A CPFL Eficiência, empresa do Grupo CPFL Energia, fechou um contrato de R$ 13 milhões com o Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara (CADEG), no Rio de Janeiro, para instalar placas solares e uma usina de cogeração a gás natural. Com previsão de iniciar a operação no início de 2019, os novos projetos trarão mais segurança no fornecimento de energia para o Mercado Municipal do Rio de Janeiro e uma redução no valor da conta de luz.

O projeto de energia solar desenvolvida pela CPFL Eficiência para o Cadeg prevê a instalação de 5.124 placas fotovoltaicas sobre a cobertura existente do mercado e as docas, cobrindo uma área total de 10.248 metros quadrados. Isso possibilitará a construção de uma usina de 1,8 MWpico de capacidade, o maior projeto de energia solar para mercados públicos do mundo e o maior para um cliente comercial no Brasil

Para efeitos de comparação, essa energia é suficiente para abastecer cerca de 1 mil residências com consumo médio de 200 KWh por mês. Somente com a geração solar, a expectativa é que o mercado municipal possa reduzir em 39% a sua conta de energia, economizando, em média, R$ 140 mil por mês.

O contrato firmado entre as partes prevê também a instalação de seis motogeradores, alimentados com gás natural, gerando eletricidade para o prédio durante o horário de ponta, das 17h30 às 20h30. A potência desse sistema é de 2400 KVA, que atende 100% da necessidade energética do Cadeg.

Além da economia e da geração de energia limpa, outro benefício está na integração entre os dois sistemas. Enquanto as placas solares geram energia durante o dia, a cogeração a gás passa a funcionar do pôr do sol até às 20h30, substituindo o consumo em horário de ponta, cuja tarifa é mais cara. A integração entre as tecnologias traz mais confiabilidade no fornecimento de energia para o Mercado Municipal do Rio de Janeiro. Faz parte do projeto, também, a realização de obras para substituição de transformadores e reforço da rede elétrica que já atende o mercado.

“Com o aumento das tarifas no mercado cativo, as empresas estão buscando alternativas para reduzir as suas despesas com energia. Além da economia, as soluções de eficiência e gestão energética também oferecem confiabilidade no fornecimento e previsibilidade nos gastos com a conta de energia, além de reduzir impacto ao meio ambiente”, diz a diretora de Inteligência de Mercado da CPFL Energia, Fabiana Avellar.

Além da implantação das duas usinas, a CPFL Eficiência também será responsável pela operação e manutenção dos ativos. O contrato entre as partes terá duração de 15 anos, e a CPFL Eficiência será responsável por 100% do investimento. .

Economia e sustentabilidade impulsionam a busca por alternativas 

Com o reajuste tarifário, que aumentou em cerca de 10% a conta de energia dos consumidores no Rio de Janeiro, e as bandeiras tarifárias, empresas do Rio de Janeiro têm apostado projetos de eficiência energética e no mercado livre para reduzir as despesas com energia elétrica. Além do Mercado Municipal, a CPFL Eficiência já realizou projetos de eficientização para os shoppings Nova América e Norte Shopping.

No caso do mercado livre, dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostram um forte crescimento de 477% das migrações do mercado cativo para o ambiente de contratação livre nos últimos dois anos no Estado, impulsionado pelos setores de comércio e serviços. Em janeiro de 2018, 888 unidades consumidoras haviam aderido à modalidade. Isso significa um acréscimo de 734 unidades em relação a janeiro de 2016, quando 154 consumidores haviam migrado para o mercado livre.

Empresas ainda podem combinar a migração para o mercado livre com projetos de eficiência energética. “A migração para o mercado livre oferece economia e torna os processos mais sustentáveis, a partir da compra de energia de fontes renováveis. Em uma sociedade cada vez mais preocupada com os impactos causados pelo consumo no meio-ambiente, isso torna-se uma vantagem competitiva”, explica Avellar.

Fonte: CPFL

Aneel mantém bandeira vermelha no patamar mais alto

Por | Sem categoria | Sem comentários

anelA Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse na sexta-feira que a cobrança adicional na conta de energia seguirá no patamar mais alto em agosto. Em julho, a agência manteve a bandeira tarifária no patamar 2 da cor vermelha, o mais alto do sistema, e o mesmo a ser aplicado no próximo mês. Isso significa que, para cada 100 kWh de energia consumidos, haverá uma cobrança extra de R$ 5 nas contas de luz. Isto significa que agosto será o terceiro mês seguido com a bandeira tarifária no patamar mais caro. A cobrança extra de R$ 5 para cada 100 kWh começou em junho. Em maio, a bandeira estava na cor amarela, que tem cobrança extra de R$ 1 a cada 100 kWh. A Aneel disse que a manutenção “deve-se ao prosseguimento das condições hidrológicas desfavoráveis”.

Fonte: O Globo

A Suntag é uma empresa especializada em  geração de energia solar fotovoltaico, que gera economia de até 95% na conta mensal, por mais de 30 anos.  Solicite um orçamento, e comprove que essa solução é sim viável, que vale a pena pois a conta reduz muito.

Envie as contas de energia para nossa equipe. Tire suas dúvidas.

www.suntag.com.br

0800 025 2595 / 21 2480-0563

atendimento@suntag.com.br

 

Resolve - Benfica - 55kW

Usina Solar Suntag de 55kW em Benfica/RJ

Por | Energia Solar Fotovoltaica, Sistema de Energia Solar, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

Mais uma usina sendo instalada pela Suntag Energy do Brasil no Rio de Janeiro.

Para atender a demanda energética do grupo de Resolve, em Benfica no Rio de Janeiro, o empresário Marcelo Barroso investiu em energia limpa, renovável e inesgotável.  O projeto foi desenvolvido pela equipe de engenharia da Suntag, sob responsabilidade do Engenheiro Lincoln Firmino.

Entenda os números:

  • Tamanho da Usina: 55kW
  • Consumo Mensal: 7.146 kWh
  • Energia anual gerada: 82.829 kWh
  • Valor da conta sem Sistema Solar: R$ 6.082,77
  • Valor da conta com Sistema Solar: R$ 151,38
  • Quantidade de Painéis: 200 placas
  • Área necessária: 345 m2
  • Investimento: RS 260 mil
  • Payback: 3,2 anos
  • Economia Mensal: R$ 5.618,20
  • Economia Anual: R$ 68,748,07
  • Economia em 30 anos: R$ 2.019.850,31
  • Vida útil: 30 anos
  • Garantia: 10 anos

Esse projeto comprova que o Sistema Solar Fotovoltaico é um investimento seguro, com retorno do investimento de 2,5 a 4 anos em média e que vale a pena, pois diminui em até 95% o custo em energia mensal.   Com as linhas de financiamento, o investimento pode ser pago em até 120 parcelas(*), sendo que a primeira só vence após a primeira conta de energia reduzida, não possibilitando o acúmulo de parcela com a conta de energia alta. Ao término do parcelamento, sua economia é total, e com uma vida útil de 30 anos no mínimo, serão mais 25 anos para usufruir o fluxo de caixa positivo.

Se quiser entender os cálculos, simular um sistema solar para atender sua residência e empresa, solicite um orçamento num de nossos canais de atendimento.

Nossa equipe aguarda seu contato

Grasiela Firmino

Comunicação e Marketing

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Mercado Preço Mini - Seropédica - 200kW

Usina solar Suntag de 200kW em Seropédica/RJ

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, Sem categoria, Sistema de Energia Solar | Sem comentários

Mais uma usina sendo instalada pela Suntag Energy do Brasil no Rio de Janeiro.

Para atender a demanda energética do Mercado Preço Mini, em Queimados, e seu CD em Seropédica, o empresário Marcelo investiu em energia limpa, renovável e inesgotável.  O projeto foi desenvolvido pela equipe de engenharia da Suntag, sob responsabilidade do Engenheiro Lincoln Firmino.

Entenda os números:

  • Tamanho da Usina: 200kW
  • Quantidade de Painéis: 416
  • Consumo Mensal: 26.047 kWh
  • Energia anual gerada: 318.909 kWh
  • Valor da conta sem Sistema Solar: R$ 19.155,73
  • Valor da conta com Sistema Solar: R$ 141,38
  • Quantidade de Painéis: 716 placas
  • Área necessária: 1200 m2
  • Investimento: RS 1.100 mil
  • Payback: 3,9 anos
  • Economia Mensal: R$ 18.183,13
  • Economia Anual: R$ 218.197,58
  • Economia em 30 anos: R$ 6.537.182,62
  • Vida útil: 30 anos
  • Garantia: 10 anos

Esse projeto comprova que o Sistema Solar Fotovoltaico é um investimento seguro, com retorno do investimento de 2,5 a 4 anos em média e que vale a pena, pois diminui em até 95% o custo em energia mensal.   Com as linhas de financiamento, o investimento pode ser pago em até 120 parcelas(*), sendo que a primeira só vence após a primeira conta de energia reduzida, não possibilitando o acúmulo de parcela com a conta de energia alta. Ao término do parcelamento, sua economia é total, e com uma vida útil de 30 anos no mínimo, serão mais 25 anos para usufruir o fluxo de caixa positivo.

Se quiser entender os cálculos, simular um sistema solar para atender sua residência e empresa, solicite um orçamento num de nossos canais de atendimento.

Nossa equipe aguarda seu contato

Grasiela Firmino

Comunicação e Marketing

26907821_1142577882544232_1161143430049331568_n IMG_20180709_162250443 IMG_20180709_162333993 IMG_20180709_164159516 .

 

Gargalo Elétrico – Por Miriam Leitão

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, O Mundo, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

Gargalo elétrico

POR MÍRIAM LEITÃO

27/10/2017 06:00

gargalo eletrico - Miriam leitão.A conta de luz está 40% mais cara desde 2012, quando houve a intervenção do governo Dilma no setor elétrico. Não deve ceder a curto prazo. Esta semana mesmo houve o anúncio da alta da bandeira vermelha. Os reservatórios têm menos água do que na época do apagão do governo Fernando Henrique. Os administradores do setor elétrico não conseguem ver os riscos a tempo.

As hidrelétricas estão velhas, com baixa produtividade, os reservatórios, assoreados, e os rios, fustigados pelos maus tratos. O governo Dilma quis construir novas hidrelétricas, passando por cima de todas as restrições ambientais e hoje se sabe que em várias delas houve desvio de recursos públicos. O governo Temer ignora os problemas que se acumulam. No ano passado, disse que haveria sobra de energia e agora está aprovando um aumento atrás do outro. Era fácil ver antes que o nível de água continuava baixo nos reservatórios. O modelo do ONS para monitorar o setor tem sido questionado por especialistas.

Os governos Dilma e Temer passaram todo o ano de 2016 com bandeira verde apesar do baixo nível de água dos reservatórios. Foram iguais na demagogia. O pior momento do populismo tarifário foi com a MP 579, de setembro de 2012, quando a presidente Dilma reduziu a conta e, com isso, estimulou o consumo em época de escassez de água. O preço caiu e depois disparou.

O diretor da consultoria Excelência Energia, Erik Eduardo Rego, avalia que a tendência é de novos aumentos na conta nos próximos anos. Ele acha que só não haverá apagão porque a falta de energia derrubará o PIB.

— Trabalhamos com um cenário de alta de 2,5% no PIB do ano que vem. Se fosse mais do que isso, bateria na trave. Acho que isso não ocorre porque as tarifas terão que subir antes, e isso irá afetar principalmente a recuperação da indústria — explicou.

O que os especialistas dizem é que o sistema hidrelétrico brasileiro está velho, com baixa produtividade, e que o ONS não está dimensionando bem essa perda de eficiência. Com isso, autoriza um consumo maior do que as usinas conseguem gerar. Deveria determinar o uso de outras energias, a começar das mais limpas. Os reservatórios estão assoreados e há os “gatos de água”, pequenos produtores que usam a água dos rios sem autorização. Além disso, o órgão regulador considerou, nas suas projeções, que todos os projetos de energia do governo Dilma ficariam prontos nas datas planejadas. E não ficaram.

— Fizemos um estudo usando o mesmo modelo do ONS. Refizemos as contas com o que houve de despacho, consumo e chuvas, e comparamos com as projeções. O resultado é que todo ano os reservatórios estão ficando 10 pontos abaixo do projetado. Há uma margem de erro de 10 pontos por ano, e isso foi se acumulando — disse.

No Nordeste, o nível dos reservatórios caiu para 6,5% do total. Só não falta energia porque as eólicas estão trabalhando a todo vapor e já chegam a suprir 50% da geração. Eduardo Rego diz que hoje o Rio São Francisco caiu para 4º lugar como fonte de energia. A eólica é a primeira, depois, térmica a gás, e importação de outras regiões do país. Em todo o Brasil, há 15 GW de térmicas em uso, para uma capacidade máxima de 19 GW. Essa diferença de 4 GW, de usinas mais caras e poluentes, é justamente a reserva que o sistema elétrico tem hoje para evitar apagões em caso de pico de consumo. Mas não é uma boa solução porque são as usinas mais sujas.

O consultor Adriano Pires, do CBIE, diz que o governo Temer está repetindo o erro do governo Dima em não fazer campanhas de racionalização do uso de energia.

— Os governos têm medo de que a população confunda racionalização com racionamento. Isso é um erro. Se o PIB crescer 4% no ano que vem, há risco real de faltar energia. As contas vão ficar altas até que se recupere o nível dos reservatórios — disse.

Entra governo, sai governo, tem faltado planejamento no setor elétrico. No final do ano passado, o governo Temer cancelou um leilão de eólica e solar, dizendo que havia sobra de energia no sistema e este ano marcou para dezembro um leilão de energia a carvão, a mais poluente. Agora, a Aneel elevou em 43% a sobretaxa na conta de luz, e o medo do apagão voltou a rondar o país.

Fonte: O Globo

Petrobras entra em negócios de energia solar

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, O Mundo | Sem comentários

A gigante petrolífera brasileira assinou um memorando de entendimento com a Total e sua subsidiária, a Total Eren, para investir em projetos eólicos e solares no Brasil.

Petrobras

Parece que nem uma semana se passou nos últimos meses, quando alguns grandes ou grandes petrolíferos globais não revelaram planos de investir em energia limpa.

Desta vez, a gigante do petróleo brasileira, a Petrobras anunciou que vai unir forças com a aliada estratégica, a Total, com sede na França, e sua subsidiária de energia renovável, a Total Eren, para investir em energia eólica e solar em terra no Brasil.

As três entidades assinaram um memorando de entendimento não vinculante para avaliar o desenvolvimento do negócio conjunto em energia solar e eólica no mercado brasileiro, que segue um acordo de parceria estratégica selado pela Total e Petrobras em fevereiro de 2017. Naquela época, as duas empresas concordaram em avaliar as áreas potenciais de cooperação.

“Os principais benefícios no desenvolvimento de uma parceria desse tipo são a diluição de riscos relacionados ao negócio de energias renováveis ​​no Brasil e potenciais economias de escala e sinergias”, afirmou a Petrobras em comunicado divulgado hoje.

Sob o acordo assinado em março de 2017, a Petrobras concordou em vender cerca de US $ 2 bilhões em ativos de geração de petróleo e energia térmica para a companhia de petróleo francesa.

Atualmente, a Petrobras possui e opera cerca de 6,8 GW de ativos de geração de energia. São 34 usinas termoelétricas, eólicas e hidrelétricas, sendo a contabilidade termoelétrica a maior parcela. A empresa também está desenvolvendo um sistema fotovoltaico de 1,1 MW em uma de suas instalações no estado brasileiro do Rio Grande do Norte.

Incluindo a Petrobras, a lista de empresas petrolíferas que se transformam em energia solar agora compreende, entre outras, Repsol, Shell, Total, Eni, a norueguesa Statoil, a Hungria Mol, a DOP de Omã e o PJC da Jamaica.

 

Fonte: PV Magazine

Eletropaulo

Aumento de energia novamente. E agora?

Por | Mercado de Energias | Sem comentários

Aneel aprovou reajuste de 15,08% para residências e de até 17,67% para empresa a partir de hoje.

O reajuste médio aprovado pela ANEEL foi de 15,85% nas contas de luz da Eletropaulo, que é responsável pelo fornecimento de energia elétrica para 7,1 milhões de unidades consumidoras, em 24 cidades da Região de São Paulo e Capital.

O aumento para as residências é de 15,08%.  Para as empresas de baixa tensão o aumento é de 15,14%. Já para as de alta tensão o aumento médio é 17,67% na conta de energia.

Esse reajuste terá impacto na inflação, já que a Eletropaulo cobre uma grande área de atendimento, inclusive São Paulo, a maior cidade do Brasil.

Os altos aumentos nas tarifas de energia já eram esperados por analistas do setor, face à pouca chuva que não compensará o período de seca.

A Copel do Paraná reajustou 15,99%, e atende 4,5 milhões de unidades consumidoras.

A RGE, do Rio Grande do Sul, teve alta média de 20,58% e atende 1,4 milhões de unidades consumidoras.

Apesar do Brasil ter boa capacidade hidroelétrica, essa não é suficiente para atender a demanda energética do país, e as termoelétricas são ativadas para suprir essa necessidade, acarretando um aumento ainda maior, como as tarifas Vermelhas e Amarelas.

Desde junho a Bandeira Vermelha foi ativada em seu maior nível, o Patamar 2, gerando um custo adicional de R$ 5 a cada 100 kWh consumidos.

O Brasil é um país rico em recursos naturais, e privilegiado quando comparado a Alemanha e outros países na Europa, no que se refere a radiciação solar.  Nossos dias ensolarados duram em média 8 horas, comparados as 5 horas da Alemanha, que hoje é o país que mais investe em energia solar.

Os investimentos em Energia Renovável, é muito pequeno em relação a grande capacidade disponível.   Quantos telhados, de grande a pequenos, ainda não possuem painéis solares?  Estamos a passos curtos, por falta de investimento do governo, e por poucas linhas de financiamentos disponíveis.  Mas, existem.

A Suntag Energy do Brasil, é uma empresa especializada em Implantação de Usina Solar Fotovoltaica, que com sua incansável busca por parceiros de fomento, consegue apresentar propostas em que as taxas ficam bem abaixo das praticadas no mercado, parcelados em até 10 anos, e com o primeiro pagamento somente quando a usina estiver funcionando, e a conta já estiver reduzida.  Não há o risco de acumular a conta de energia alta com a parcela do financiamento.

A economia gerada pelo uso de energia do sol pode ultrapassar os 95% na conta mensal.   Esse percentual de economia varia de acordo com o consumo e o contrato junto a concessionária. Quanto maior o consumo, maior será a economia.

O INMETRO rege que os painéis solares têm vida útil de 30 anos. Já os institutos de medidas europeus conseguiram simular 40 anos de vida, nos mesmos painéis.

Vamos simular uma conta com consumo de 57.300 kWh/m, com o valor de R$ 50 mil de uma conexão de baixa tensão. O sistema indicado para atender essa demanda seria de 407 kW.   O investimento total seria em torno de R$ 1.6 milhões, gerando uma economia mensal de 98%.  Sendo assim, a nova conta de energia passará a ser R$ 229,65 e o financiamento em 120 parcelas de R$ 27 mil.    Observe que mesmo durante o período financiamento, a economia de R$ 23 mil já é bastante relevante.  Após o termino das parcelas, o custo mensal para 57.300 kWh/m será de apenas R$ 229,65.  E todo o reajuste na tarifa de energia será aplicada apenas no mínimo contratado pela concessionária, já que toda a energia utilizada será gerada pelo sol, sem custo, renovável, inesgotável por mais de 30 anos.

Os valores acima foram baseados nas tarifas da Light no mês de maio/2018, e na inflação do período. O financiamento está sujeito à aprovação e garantia imobiliária.

Se avaliarmos a situação acima, pode-se observar a grande vantagem econômica na implantação de um sistema fotovoltaico.  Mas além dessa, podemos destacar outras vantagens como:

  • Diminuição da emissão de gases nocivos;
  • Energia com qualidade superior à fornecida pela concessionária;
  • Marketing sustentável;
  • Diferencial competitivo;
  • Diminuição da demanda de energética do país, diminuindo a necessidade de ligar as termoelétricas;
  • Redução do IPTU (Variável a cada município).

Se você tem dúvidas sobre como funciona, quais as vantagens, quer conhecer uma usina já em funcionamento, conversar com os engenheiros ou com ter acesso aos depoimentos que quem já utiliza essa energia, procure a Suntag.  Se quiser receber um estudo, uma proposta completa sem custo, é só nos ligar ou enviar a conta de energia para nosso e-mail.

21 2480 0563

0800 025 2595

www.suntag.com.br 

atendimento@suntag.com.br

Grasiela Firmino- Comunicação e Marketing

Fonte: Folha de São Paulo

 

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