was successfully added to your cart.

All posts by Grasiela Firmino

Dia das Mãe

Minha mãe é meu Sol. A sua também.

Por | Sem categoria | Sem comentários

Ok, sabemos que dia de amar, respeitar e agradecer a nossa mãe é todos os dias, em qualquer hora, em todos os lugares. Mas na correria da vida, com muitos compromissos e afazeres, que bom ter um dia para parar e curtir essa pessoa que nos deu a vida. Sem ela, não estaríamos aqui. Sim, Mãe é começo de tudo, o centro de tudo, o suporte da vida.  Mãe é como o sol, que aquece, alimenta, fortalece e nos energiza.

Não deixemos esse dia passar em branco. Não deixe de dar um presente, uma lembrança, uma flor, um beijo, um abraço bem apertado, ou um telefonema. Mãe não quer o seu sacrifício, Mãe quer seu amor, seu bem e seu agradecimento.

Feliz dia das mães.

jamelao

Jamelão pode ajudar a reduzir custos dos painéis solares

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, O Mundo, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

Pigmento natural desponta como um ingrediente promissor para reduzir os custos de produção em massa de painéis solares.

São Paulo – Cientistas do Instituto Indiano de Tecnologia Roorkee (IIT) descobriram que o “jamun”, conhecido no Brasil como jamelão, uma popular frutinha preta oriunda do sul da Ásia, poderia ajudar a reduzir os custos de produção de painéis solares em massa. Isso porque ele contém um pigmento capaz de absorver a luz solar.

De nome científico Syzygium cumini, a fruta é bastante conhecida por seu valor medicinal e nutricional, e cresce em árvores que podem atingir 10 metros de altura e viver por mais de cem anos. Agora, graças ao pigmento antocianina (também encontrado em mirtilos, framboesas e cerejas), ela pode se tornar valiosa para o desenvolvimento de células solares de baixo custo.

O estudo foi publicado recentemente no periódico científico IEEE Journal of Photovoltaics. Em entrevista ao site Quartz, o professor assistente do Instituto, Soumitra Satapathi, conta que os pesquisadores “extraíram o pigmento usando etanol e descobriram que a antocianina era um grande absorvedor termo-solar”.

Os pesquisadores usaram a antocianina como um sensibilizador em células solares sensibilizadas por corantes (“Dye-Sensitized Solar Cells”, ou simplesmente DSSCs, na sigla em inglês). Segundo o estudo, a utilização de corantes naturais, como o pigmento do jamelão, poderia reduzir em até 40% os custos de um painel solar.

Claro que há um percurso longo a se percorrer antes da solução chegar às vias comerciais.

Os pigmentos naturais ainda não são tão eficientes quanto as tradicionais células solares baseadas em silício (classificadas como de primeira-geração), mas, segundo os cientistas, eles poderiam oferecer uma alternativa de baixo custo, especialmente benéfica para países como a Índia, que até 2030 pretende obter 40% de sua energia a partir de fontes renováveis.

Até o momento, o corante natural só conseguiu uma eficiência de 0,5%, em contraste com os 15% de eficiência das células solares tradicionais. Os cientistas acreditam que, com mais desenvolvimento, seria possível superar as eficiências de células feitas com o silício, com a vantagem de se ter uma alternativa biodegradável e não tóxica aos corantes sintéticos usados ​​atualmente para sensibilização de células solares.

Fonte: Exame.com

projeto-de-estudantes-utiliza-geração-solar-em-tenda-752x440

Estudantes criam tenda com geração de energia solar para sem-tetos

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, O Mundo, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

Los Angeles (EUA), 17 abr (EFE).- Com a ajuda monetária do prestigiado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), um grupo de estudantes residentes na Califórnia (EUA) está criando uma tenda dotada de energia solar para satisfazer as necessidades de pessoas sem teto.

“Nossa tenda de campanha é feita com materiais especiais, onde vamos ter painéis solares, vamos ter luzes de LED, para que a pessoa possa ver dentro quando estiver escuro, também vamos ter o fator para limpar a casa que são as luzes UV (ultra violeta) que matam as bactérias”  disse à Agência Efe Kenia Shi, estudante do último ano do ensino médio.

A instalação de tecnologia solar em miniatura em uma tenda móvel é uma proposta de 12 alunas latinas da escola San Fernando “Magnet”, no condado de Los Angeles, com a qual ganharam uma bolsa de US$ 10 mil por parte da organização “Lemelson InveTeam” da escola de engenharia do MIT.

“Quando fomos introduzidas ao programa e nos disseram que tínhamos a oportunidade de fazer uma invenção que podia mudar alguma coisa em nossa comunidade, pensamos que criar uma tenda com energia (solar) era o melhor”, lembrou Shi.

Filha de imigrantes de Santa Tecla (El Salvador), Shi estudará engenharia mecânica na Universidade de Califórnia (UC) San Diego.

As estatísticas de 2016 do escritório da Autoridade de Serviços para Desamparados de Los Angeles (LAHSA) indicam que no condado há 43 mil pessoas que vivem em refúgios ou em barracas nas ruas.

Quinze escolas nos Estados Unidos ganharam bolsa de estudos de criação a partir de métodos de engenharia, como a “tenda de campanha com energia solar” que as alunas mostrarão na exposição “EurekaFest” de 15 a 17 de junho deste ano no campus do MIT.

A solução das estudantes é um pequeno painel solar e um foco que possui um acumulador de energia, transferível a outros aparelhos, entre outras inovações.

Fonte: Uol

ENEL.

ENEL Distribuição Ceará lança projeto de microrrede inteligente de energia

Por | Sem categoria | Sem comentários

A Enel Distribuição Ceará lançou um laboratório do funcionamento de uma microrrede inteligente de energia, projeto pioneiro no país que está antecipando tecnologias inteligentes e transformando a relação de consumo de clientes residenciais. O laboratório, instalado na sede da companhia no Ceará, será utilizado como showroom das tecnologias empregadas no projeto piloto, o qual está sendo instalado em um condomínio residencial nas proximidades de Fortaleza.

No projeto, casas vão gerar energia solar e terão um sistema capaz de fornecer energia para os moradores, mesmo sem conexão com a rede elétrica da distribuidora. Além do potencial de apresentar novas soluções para o setor elétrico nacional, o projeto piloto está desenvolvendo formas de digitalizar os clientes da distribuidora, fazendo com que o cliente tenha uma postura mais ativa na gestão da energia elétrica.

Microrrede Inteligente

O projeto piloto vai beneficiar aproximadamente 300 casas de alto consumo (média de 780kWh/mês) de um condomínio residencial, localizado no município de Eusébio, a 27km da capital cearense, além de áreas de lazer, portaria e vias internas do empreendimento. O objetivo é transformar a estrutura elétrica interna do condomínio numa microrrede autônoma, capaz de funcionar conectada ou não à rede elétrica da distribuidora.

Quando está ligada à distribuidora, a microrrede armazena energia para que possa ser consumida em eventos de faltas ou para diminuir a demanda sobre o sistema que abastece a cidade. No caso de uma eventual falta de suprimento de energia pela rede da concessionária, a microrrede funciona no modo autônomo e é capaz, por exemplo, de manter o fornecimento de energia para cargas prioritárias (geladeiras, equipamentos de segurança, iluminação etc) durante pelo menos uma hora.

A microrrede utiliza fontes renováveis de energia (solar e eólica) e sistemas de armazenamento em baterias. Enquanto as casas produzirem energia a partir de fonte solar, os clientes poderão monitorar em tempo real a energia que está sendo gerada e consumida, com o auxílio de aplicativos móveis para celulares e tablets, além de poderem controlar as suas cargas remotamente. O volume de energia que não for consumido instantaneamente, é armazenado em baterias de alta tecnologia e poderá ser enviado para a rede da Enel Distribuição Ceará, gerando créditos nas contas de luz dos moradores.

A primeira fase do projeto foi a instalação dos sistemas de geração renovável nas residências e áreas comuns do loteamento. Os próximos passos serão a modernização dos medidores de energia de todo o condomínio, a instalação do sistema de armazenamento de energia centralizado com tecnologia de lítio, do sistema de telegestão de iluminação pública para mais de 300 pontos de iluminação, bem como da rede de dados e comunicação por fibra óptica, além de softwares de supervisão e controle.

“Esse projeto antecipa mudanças importantes pelas quais o mercado de energia vai passar nos próximos anos. Já é perceptível que a relação entre distribuidoras de energia e clientes está mudando. As exigências da sociedade para uso de fontes renováveis estão cada vez maiores e, por isso, as empresas do nosso grupo se colocam como vanguarda nesse processo”, destaca Carlo Zorzoli, presidente da Enel no Brasil.

O sistema de energia solar que abastece as áreas comuns do condomínio foi fornecido pela Enel Soluções. Ela é composta por 96 painéis fotovoltaicos, com potência de 24,96 kWp, capazes de gerar por ano 37,98 MWh de energia – o suficiente para abastecer 21 residências. No primeiro mês de funcionamento do sistema, foi registrada uma economia de 30% na conta de luz do condomínio. Além dos benefícios financeiros, a adoção de energia limpa nessas áreas irá evitar, a cada ano, a emissão de 4,78 T de CO2 na atmosfera – o que equivale a menos 22 carros na rua.

Pioneirismo

O Projeto de Microrrede Inteligente conta com financiamento do programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Aneel e representa um avanço em comparação com iniciativas similares. No Brasil, há poucos casos de sistemas híbridos (com geração fotovoltaica, diesel e baterias), operando de forma isolada na Região Norte do país e em algumas ilhas marítimas, mas com sistemas tecnologicamente mais simples, sem conexão com a rede elétrica.

Em âmbito internacional, as microrredes podem ser encontradas em estágio de pesquisa e desenvolvimento experimental. As primeiras aplicações pré-comerciais estão ocorrendo principalmente no Japão, Estados Unidos, Alemanha, Itália e outros países da Europa.

Fonte: Procel Info com informações da Enel Distribuição Ceará

Autoridades discutem projeto de implantação de sistema de energia solar em casas populares de São Paulo

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

Atlas-Energia-Solar-PaulistaOs secretários-adjuntos da Secretaria de Energia e Mineração, Ricardo Toledo, e da Secretaria da Habitação, Nelson Baeta Neves Filho, juntamente com o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior, e os técnicos das Secretarias, CDHU – Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano e concessionárias de distribuição de energia elétrica, se reuniram para dar prosseguimento ao processo de viabilidade do projeto de implantação de sistema de energia solar fotovoltaica e eficiência energética nas casas populares construídas pela CDHU.

O secretário de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, participou ao final da reunião e falou sobre o protagonismo do Estado de São Paulo nesse setor. “Nosso Estado foi o precursor da geração de hidroenergia e agora nós estamos trabalhando intensamente para instituirmos um modelo sustentável em nossa matriz. Este é, portanto, um momento histórico de comemorar as propostas aqui apresentadas. E quero levar esta propositura para os outros Estados do Brasil, pou meio do CNPE”, disse.

Durante o encontro foram tratadas a formatação de modelo para viabilidade e inclusão dos projetos na carteira das concessionárias, avaliação de instalação de medidores monofásicos/bifásicos e os sistemas de faturamento da energia que circula nas instalações elétricas.

Para o secretário-adjunto da Secretaria de Energia e Mineração “o uso de fontes alternativas de energia aliviam demandas do sistema nacional, colaborando com a segurança energética do país num momento em que o Brasil irá demandar mais energia com o retorno do crescimento econômico”, disse Ricardo Toledo.

Nelson Baeta ressaltou o aspecto social embutido nas propostas. “O projeto proporciona menor gasto com energia elétrica dos moradores, beneficiando outros tipos de consumo para uma classe social de renda mais baixa”, afirmou.

Todos os projetos integram o convênio de cooperação assinado em dezembro de 2016 entre os órgãos estaduais e fazem parte do compromisso de São Paulo em reduzir as emissões de gases de efeito estufa, diversificar a matriz energética, aumentar a segurança energética e ampliar a participação de fontes renováveis no portfólio de geração de energia.

“O melhor deste projeto se relaciona a tecnologia de ponta que é levada aos conjuntos habitacionais e disponibilizada aos seus moradores”, disse o subsecretário de Energias Renováveis da Secretaria de Energia e Mineração.

Dois projetos pilotos, lançados na assinatura do convênio, estão sendo desenvolvidos em Pontes Gestal e São José dos Campos e servirão de modelos para os demais. A redução média nas contas, verificada no projeto de Pontes Gestal foi de 63% entre março de 2016 e março deste ano. Neles foram instalados 2 módulos fotovoltaicos de 250 watts e 1 micro inversor em cada unidade residencial. Também foram substituídas as lâmpadas incandescentes por modelos LED.

Veja também:   Sanepar disponibiliza livro “ Eficiência Energética no Saneamento”

Estes projetos estão sendo desenvolvidos pela CDHU em conjunto com as concessionárias de distribuição de energia e preveem a instalação de placas de energia solar nas casas e apartamentos construídos pela Companhia, com recursos do Programa de P&D da Aneel, para a geração de até 80% da energia consumida pelas famílias.

No total, existe a possibilidade de aplicação das ações em 51.139 unidades habitacionais em 504 empreendimentos e conjuntos habitacionais da CDHU no Estado.

Sobre o potencial de geração solar no Estado

A Subsecretaria de Energias Renováveis coordenou um estudo que aponta o potencial de energia solar do Estado de São Paulo para geração fotovoltaica de 12 TWh/ano.

O mapeamento dos níveis e faixas de irradiação mostram a viabilidade técnica e econômica para a geração de energia fotovoltaica entre as faixas de radiação anual de 5,61 e 5,70 kWh/m²/dia, considerando a melhor faixa de aproveitamento, correspondente a 0,3% do território paulista.
O estudo reúne 25 mapas que mostram o potencial de geração solar em cada uma das regiões do Estado de São Paulo.

Acesse o estudo da Energia Solar Paulista – Levantamento do Potencial, na aérea de Dados Energéticos

Fonte: Secretaria de Energia e Mineração de São Paulo

Irrigação Pública

Projeto de lei torna obrigatório o uso de energia solar fotovoltaica em irrigação pública

Por | Sem categoria | Sem comentários

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou proposta que torna obrigatória a utilização de percentuais mínimos de energia oriunda de fontes renováveis em projetos de irrigação pública. O objetivo é estimular o desenvolvimento das tecnologias envolvidas e a conservação do meio ambiente.

A medida está prevista no Projeto de Lei 5106/16, do deputado Carlos Henrique Gaguim (PTN-TO), e recebeu parecer pela aprovação do relator na comissão, deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE).

O texto estabelece prazo de cinco anos para que os projetos já instalados sejam adaptados aos patamares fixados. Por outro lado, novos projetos de irrigação pública deverão observar as exigências.

A proposta deixa para regulamentação posterior a definição dos critérios de enquadramento e dos patamares mínimos obrigatórios de uso de energia renovável. Ao mesmo tempo, prevê a realização de audiência pública com entidades representativas dos setores energético e agrícola para discutir os critérios técnicos e os índices a serem exigidos.

“A definição dos critérios e dos percentuais mínimos a serem observados deverá ser precedida de estudo de viabilidade técnica e econômica em que se demonstre que a adoção de tais limites não prejudicará o funcionamento e a expansão de novos projetos de irrigação pública”, destacou Raimundo Gomes de Matos.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado ainda pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Câmara Notícias

logo_cemig-300x191

Projeto da Cemig armazena energia solar para uso em horário de ponta

Por | Eficiência Energética, Energia Solar Fotovoltaica, Mercado de Energias, Suntag Energy do Brasil | Sem comentários

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) proposto pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que será executado pela Alsol Energias Renováveis – empresa acelerada pelo grupo Algar. As soluções que serão desenvolvidas permitirão o armazenamento da energia fotovoltaica para uso em horário de ponta – quando não há incidência de raios solares, a reutilização de equipamentos e economia financeira, tanto para concessionárias quanto para consumidores.

Um dos principais desafios da utilização em massa da energia solar são os gargalos de produção em dias nublados e no período da noite. No horário de ponta (das 18h às 21h) o consumo aumenta consideravelmente, o que leva as distribuidoras a cobrar um valor de tarifa mais elevado para reduzir o consumo das indústrias e evitar sobre carga das redes de transmissão e distribuição. Dependendo da época, é necessário acionar as usinas termelétricas, que são altamente nocivas ao meio ambiente e possuem custo final elevado.

Gustavo Malagoli, presidente da Alsol e responsável pelo projeto, explica que serão desenvolvidas soluções com baterias que farão a estocagem da energia solar absorvida durante o dia e que serão conectadas à rede elétrica para utilização nos horários de ponta. “Além disso, um hardware possibilitará que o mesmo equipamento seja utilizado para liberar a energia solar na rede, sem necessidade de troca do inversor fotovoltaico por um modelo híbrido, que possui alto custo”, disse. Essa tecnologia poderá ser utilizada em milhares de conexões de energia fotovoltaicas já existentes no Brasil e no mundo.

Laboratórios de itinerantes

Outra solução que será originada no projeto são laboratórios itinerantes de geração distribuída compartilhada, que poderão ser utilizados em locais remotos onde ainda não houve investimentos na rede. Será injetado 1,2 megawatt (MW) de potência – o equivalente a 300 chuveiros elétricos ligados simultaneamente ou 5.4 mil banhos de 10 minutos por dia, de segunda a sexta-feira, em protótipos que serão instalados em Uberlândia (MG), Natal (RN), João Pessoa (PB) e São Domingos de Pombal (PB). O protótipo de Uberlândia é responsável por 83% da potência total, sendo 1 MW injetado em um único ponto.

O projeto, que tem duração de quatro anos e orçamento de R$ 21 milhões, será executado pela Alsol em conjunto com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). “Os entregáveis desse projeto vão proporcionar benefícios ao setor elétrico como um todo e ao consumidor final, que verá o resultado em sua conta de energia”, afirmou Malagoli. Além dos produtos, estão previstas, no projeto, a realização de capacitações profissionais e publicações de artigos e registros de patentes.

Veja também:   Pesquisador desenvolve turbina eólica equipada com placas fotovoltaicas

Sustentabilidade

Parte das baterias utilizadas no projeto será reaproveitada a partir dos datacenters das empresas do grupo Algar. “Por razões contratuais e de confiabilidade, as corporações fazem trocas periódicas desses equipamentos. Nós vamos esgotar o uso dessas baterias até o tempo limite de vida útil delas, o que é uma excelente ação em prol do meio ambiente”, ressaltou Malagoli.

Ainda segundo o presidente da Alsol, os ganhos do projeto, em longo prazo, são ainda mais significativos. “Nosso objetivo é que as concessionárias de energia elétrica ampliem a utilização de energia fotovoltaica e de outras fontes renováveis combinadas com baterias, até chegar ao ponto em que a necessidade de ativação das termelétricas, que emitem grande quantidade de CO2 na atmosfera, seja eliminada”, concluiu.

Programa P&D Cemig/Aneel

Nos últimos cinco anos, o Grupo Cemig foi responsável por aproximadamente 20% do montante de recursos aplicados pelo setor elétrico em projetos de pesquisa e desenvolvimento no âmbito do programa Aneel. São cerca de 250 projetos em andamento por ano.

Apenas nos últimos três anos, foram investidos cerca de R$ 115 milhões em projetos de P&D, com uma média de 128 projetos em andamento por ano, com renomadas instituições de pesquisa e ensino, fornecedores, fabricantes e instituições de ciência e tecnologia.

Fonte: Cemig