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Aumenta o número de consumidores que produzem a própria energia

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Jornal Nacional – Edição do dia 03/02/2017

Aumenta o número de consumidores que produzem a própria energia

Investimento é alto,  mas a economia com a conta de luz compensa.
Energia produzida é compartilhada com a rede elétrica.
O número de consumidores brasileiros que produzem a própria energia aumentou mais de 17 vezes nos últimos dois anos no país.

A fábrica de casquinhas de sorvete em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, investiu R$ 160 mil em painéis solares para gerar toda a energia de que precisa: 3.500 kWh por mês. O financiamento dos equipamentos vai ser pago em cinco anos. Luciano diz que compensa.

“Hoje eu pago a mesma coisa que eu teria que pagar para a concessionária. Como eu estou querendo ampliar a empresa daqui a dois anos, a gente está querendo praticamente dobrar a capacidade de maquinário, a gente zerando isso aí depois de cinco anos, praticamente zera a conta de energia”, explica Luciano Neves, dono da fábrica.

A energia que ele produz é compartilhada com a rede elétrica. A luz do sol já garante até mais energia do que a empresa necessita atualmente, e essa sobra gera um crédito junto à concessionária de energia do estado. Enquanto a fábrica não é ampliada, o Luciano está usando esse excedente em outro endereço. A legislação permite, desde que as contas de luz estejam em nome da mesma pessoa. A energia que vem da empresa zerou a conta da casa dele.

“Se eu não estivesse utilizando essa energia que está sendo produzida na fábrica, eu estaria pagando, em média, R$ 600 a R$ 700 aqui em casa”, conta.

Em todo o país, o número de residências e empresas que estão gerando a própria e energia e compartilhando com a rede passou de 431 no fim de 2014 para mais de 7 mil em dezembro de 2016. A maioria desses consumidores usa a luz do sol como fonte geradora.

“Um dos fatores é porque tem uma grande vantagem sob o ponto de vista econômico para o próprio consumidor. A instalação de um sistema tem uma vida útil de uns 25 anos em média e ele se paga no máximo em sete, oito anos”, disse Romeu Rufino, diretor-geral da Aneel.

Um restaurante já começou a substituir as chapas e os fornos a gás por equipamentos elétricos. Toda a energia vem dos painéis que transformam a luz do sol em eletricidade.

“Já é outra vantagem que a gente vai ver: é o custo do gás ser reduzido aqui no restaurante da gente”, afirma Jean Miranda, dono do restaurante.

 

Assista a reportagem completa.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/edicoes/2017/02/03.html#!v/5626493?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

Uma correção:  Para compartilhar a energia elétrica de um mesmo sistema fotovoltaico, basta que todos sejam atendidos pela mesma concessionária, não necessitando mais ser do mesmo CPF ou CNPJ, conforme a nova regra da ANEEL.   Grasiela Firmino – Suntag Energy do Brasil

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